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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Tristeza...Me desculpem.


Olá boa noite hoje passei o dia todo chateada,não sou ornitóloga mas crio alguns canarios.Motivo egoismo por gostar de seu canto.
Só crio belgas pois são autorizados pelo IBAMA.
o comercio é livre,pois reproduzem-se facilmente.
Tenho ou seja tinha um canário há mais de dois anos.Cantava muito e dobrava seu canto .Um artista aplicado e melodioso.
Mas hoje cedo ao acordar tive a ingrata surpresa de ver que algum animal se apossou dele me deixando de lembrança algumas poucas penas.
Não conseguir entender,mas fazer o que não é.Como na casa que moro tem arvores nas proximidade.Acredito que foi alguma coruja, ou popular bacurau.Cadeia alimentar tem destas coisas.Decidir não vou criar mais.Ficaarei na saudade,mas este sentimento faz parte do meu viver.

Beija-flor


Beija-flor não é passarinho



É isto mesmo que você acabou de ler. O beija-flor não é passarinho, mas o corvo é. O pequenino beija-flor 'joga no time' da ema e do tuiuiú, ou seja, é uma ave.



Mas afinal, qual a diferença entre ave e passarinho? Para um leigo é mesmo difícil entender, já que essas espécies não se distinguem por características físicas que saltam aos nossos olhos, como o tamanho, por exemplo. O corvo, o maior dos passarinhos, é bem maior do que as aves beija-flor e papagaio, por exemplo.



O pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em aves, Luís Fábio Silveira, explica que o que conta não é o tamanho, mas as características anatômicas que eles compartilham. Os Passeriformes (passarinhos) compartilham algumas características anatômicas, especialmente nos pés, além de um tipo de arranjo ósseo no palato (os ossos que formam o assoalho do crânio) que é único entre eles.



Até entre os cientistas há controvérsias sobre se o número de ordens de aves é mesmo 25. "Entretanto, há um consenso geral de que a ordem Passeriformes compartilha um único ancestral comum e agrega cerca de 60% de todas as espécies de aves conhecidas". Luís Fábio dá uma dica importante para nós, leigos: "Todo pássaro é uma ave, mas nem toda ave é um pássaro, porque os pássaros têm que, necessariamente, pertencer à ordem dos Passeriformes". Ou seja, na dúvida se o animal é ave ou passarinho, aposte na ave. Não tem erro.





http://eptv.globo.com/terradagente/terradagente_interna.aspx?270929

sábado, 3 de dezembro de 2011

Estevo




Eles têm o corpo de cor olivácea, cabeça acinzentada, garganta ocre-clara, peito e abdome cinzento-oliváceo, lavado de ocre no meio. Ele é onívoro, ou seja, sua dieta baseia-se em frutos silvestres e insetos, podendo alimentar-se também de pequenos vertebrados, inclusive atacando ninhos de outras aves para alimentar-se de ovos e filhotes. Chegam a ter cerca de 20 cm de comprimento e não apresentam diferenças visuais entre machos e fêmeas. É uma ave extremamente territorialista, onde o macho dominante, através de seu canto extremamente alto, tenta manter afastado outros machos que tentam adentrar seu domínio, essa característica torna o Trinca Ferro um alvo fácil de traficantes de animais.



Com 01 ano de vida os Trinca Ferros estão prontos para reproduzir, sendo que eles fazem ninhos em arbustos a 01 ou 02 metros do chão usando gravetos e folhas grandes, o período reprodutivo vai de agosto a novembro e as fêmeas botam de 02 a 03 ovos que são encubados entre 10 a 15 dias após o inicio do choco. O Trinca Ferro têm um canto forte e melodioso, muito apreciado por quem gosta de pássaros canoros.





O Trinca Ferro verdadeiro, cujo nome Científico é Saltator Similis, é um dos pássaros silvestres mais apreciados e criados no Brasil, na natureza ele é encontrado da Bahia até o Rio Grande do Sul. Devido a sua distribuição o Trinca Ferro acabou recebendo outros nomes, como bico-de-ferro, tempera viola, pixarro, pipirão, estevo, papa-banana (SC), titicão, tia-chica, chama-chico, João Velho e Pixarro. Eles vivem à beira da mata, tanto nas baixadas como nas montanhas.

http://casadospassaros.net/2011/04/saiba-tudo-sobre-o-trinca-ferro-verdadeiro/

terça-feira, 29 de novembro de 2011

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Aves do amor


Meu amor canta com um gorgear
Assovia daqui e eu de lá
Pousa no pé de manga
E eu no de cajá
Canta canta meu passarinho
Vem ouvir o meu cantar







(Mary Cely)
Imagem do google.
Poemeto da blogueiraCelia Macedo

Socó-boi



Extrema importância para a conservação da biota aquática da Amazônia.
Os diversos lagos e várzeas são importante refúgio para as aves paludícolas como o socó-boi (Tigrissoma lineatum)


http://br.viarural.com/servicos/turismo/areas-de-protecao-ambiental/apa-de-nhamunda/default.htm

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Pássaro Lira Video





Qual ave tem o canto mais elaborado...
Mais complexo...
Mais bonito de todos?
Com certeza essa ave australiana é uma delas!
Para atrair a fêmea, este pássaro tenta emitir o canto mais complexo que consiga... Para isso, ele imita perfeitamente o canto de aproximadamente 20 espécies diferentes de pássaros.
E para "competir" com os demais machos de sua espécie, ele procura mimetizar sons que ele escuta pela floresta, como este video demonstra.
Assista até o final...
Vale a pena!!!!!





sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Araras...Preservar o que sobrou.


No pantanal está cada vez mais difícil encontrar esta bela ave do gênero psitacídeas que inclui três espécies de arara.
A arara-azul é a de maior tamanho de sua espécies podendo atingir até 1 metro. Sua plumagem é bastante uniforme no tom do azul celeste, com o bico maior que das demais, predominantemente preto e detalhe amarelado na sua mandíbula.
Infelizmente todas as espécies de araras-azuis estão em perigo de extinção no pantanal e nas demais regiões do Brasil, a caça desleal feita pelo homem e a devastação de áreas nativas estão contribuindo para que nos próximos anos não tenha mais nenhuma linda arara desta livre na natureza.
Portanto se algum dia lhe oferecerem um filhote de arara para você comprar, lembre-se que em poucos anos ela não existirá mais livre na natureza e aproveite para denunciar estes caçadores clandestinos ao IBAMA pela Linha Verde 0800-61-8080, a ligação é gratuita de qualquer ponto do país e funciona de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 8 às 18 horas.



Precisamos preservar o que sobrou da nossa natureza, vamos ter consciência e fazer nossa parte para ajudar nosso meio ambiente tão rico em fauna e flora.
É sempre positivo unir as vozes em favor da riqueza natural que o Brasil encerra. A protecção do meio ambiente e da fauna do ecossistema deveria ser a prioridade de qualquer país.
Que a voz da razão a todos apele nesta cruzada.

Google Imagens texto de pesquisas.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Características Gerais:Aves


Características Gerais:

Cordados, vertebrados, bípides, craniados, amniotas, alantoidianos, deuterostômios, celomados, homeotérmicos e possuem penas.

As aves e os mamíferos são homeotérmicos, isto é, mantém a temperatura do corpo constante. Mecanismo termorregulador: redução do diâmetro dos vasos sangüíneos superficiais (menor irradiação de calor - controle do SNC), tremores, pêlos, penas, camada adiposa, suor, etc.

São vertebrados que, em geral, possuem os membros anteriores transformados em asas para voar. Assim sendo, conquistaram o meio terrestre e o meio aéreo. As adaptações para o vôo incluem, além das asas: penas, membrana nictitante, cerebelo desenvolvido, sacos aéreos, esterno com quilha, músculo peitoral desenvolvido, ossos pneumáticos, esqueleto rígido (coluna vertebral, cinturas pélvica e escapular fundidas).

São animais dióicos, ovíparos com casca calcária. A reprodução é sexuada, com fecundação interna. A união dos gametas ocorre no oviduto, antes da formação da clara e casca do ovo.

A pele é seca, sem glândulas, com exceção da glândula uropigiana que existe em muitas espécies. Esta glândula produz secreção que impermeabiliza as penas.

O tubo digestivo tem como particularidades: o bico sem dentes, o papo, a moela e termina na cloaca. Não possuem bexiga e a excreção é o ácido úrico, eliminado junto com as fezes.

A respiração é sempre pulmonar e o aparelho respiratório está associado ao órgão do canto ou siringe.

Na circulação, que é dupla e fechada, o coração apresenta duas aurículas ou átrios e dois ventrículos. Não há mistura de sangue venoso e arterial no coração (dupla e completa). A artéria aorta que sai do ventrículo esquerdo tem uma curvatura (crossa) para a direita, ao contrário dos mamíferos que têm esta curvatura para a esquerda.

Para proteção dos olhos, possuem sob as pálpebras a membrana nictitante.

O principal avanço das aves em relação aos répteis reside em sua capacidade de controlar a temperatura do corpo, mantendo-a constante, independente de variações ambientais: são vertebrados homeotérmicos. A homeotermia garante às aves fácil adaptação aos mais variados ambientes terrestres, tornando possível sua larga distribuição geográfica. Além disso, a capacidade de voar permitiu a exploração do meio aéreo, ampliando sua distribuição a praticamente todas as regiões da Terra.

Presença de ossos pneumáticos: os ossos dos vertebrados geralmente são ocupados por algum tipo de tecido, como tecido adiposo (gordura) ou tecido hematopoético (produtor de células do sangue). Muitos ossos das aves, entretanto, são ocos e cheios de ar. Essa substituição de um tecido qualquer por ar evita um acréscimo na massa do animal, o que diminui o gasto de energia ao voar.

Presença de sacos aéreos: os sacos aéreos aumentam a eficiência da renovação do ar presente nos pulmões, garantindo uma oferta de oxigênio elevada, compatível com uma atividade tão dispendiosa em termos energéticos como o vôo.

As vias reprodutoras, urinárias e digestivas das aves abrem-se na cloaca, o que também observa-se nos répteis. Nessas espécies, a fecundação faz-se pela sobreposição da cloaca do macho sobre a cloaca da fêmea, o que permite a penetração dos espermatozóides no interior do sistema reprodutor feminino.

À fecundação, geralmente segue-se o choco (ou incubação), período de cuidados intensivos com os ovos, mantidos aquecidos pelo próprio calor do corpo.

Os ovos das aves, à semelhança dos ovos dos répteis, possuem uma casca calcária resistente e porosa. Os anexos embrionários típicos dos répteis também estão presentes nos ovos de aves: âmnio, cório, alantóide e saco vitelínico, este último bastante rico em vitelo, a gema do ovo. A clara, cujo nome correto á albúmen, é acrescida ao ovo durante sua passagem pelo oviduto, via de saída do sistema reprodutor feminino.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A Jandaia-sol ou Jandaia-amarela






A Jandaia-sol ou Jandaia-amarela (Aratinga solstitialis) é um dos mais belos psitacídeos encontrados no Brasil e está ameaçada de extinção. Possuem a plumagem das asas mais verde quando novas, com tons amarelos e de um alaranjado intenso, com penas verde-azuladas na cauda e nas asas e alaranjados distribuídos pela cabeça, peito e barriga. Distribuem-se pelo Norte de Roraima (Bonfim), Guiana Inglesa e Venezuela. Elas foram praticamente dizimadas na Guiana Inglesa, capturadas para alimentar o comércio de aves de cativeiro e os traficantes frequentemente invadem o território brasileiro em busca de novos indivíduos.


Em Boa Vista, já há alguns anos, curiosamente começam a aparecer populações dessa espécie cuja origem é atribuída à soltura de aves apreendidas de traficantes. Esses pequenos bandos vivem nos bairros periféricos de classe média da cidade e são frequentemente avistados fazendo ninho em postes de madeira.
Muito se discute a respeito dessas populações urbanas uma vez que se trata de aves que não receberam nenhum tratamento pra se submeterem a um habitat que é bem diferente de sua região original quanto à presença de alimentos, vegetação, riscos de infecção, etc. O fato é que estão presentes em nossa capital e parece que bem adaptadas. Trata-se de uma população muito susceptível à captura pois o acesso aos ninhos é relativamente fácil e a sua beleza e raridade a colocam como uma espécie muito valorizada no mercado ilegal. É preciso que se tomem medidas públicas urgentemente de conservação dessa espécie como o monitoramento dos bandos e proteção das áreas de ninhos antes que o tráfico aniquile mais essa população.


Fonte de Texto e Imagens
http://verasaves.blogspot.com/
Marcelo Camacho

domingo, 2 de outubro de 2011

As Aves


As aves são animais que tem sangue quente,isto significa que a temperatura interna do corpo permanece constante, sem ter relação com a temperatura do ambiente.O peso das aves pode ser de menos de 28 gramas até mais de 135 quilos.Mas todas as aves têm em comum características que tornam possível o vôo, mesmo as aves que já perderam a capacidade de voar.Apenas os ingüins, avestruzes, emas, casuares e quivis.
As asas, presentes em todas as aves, são os membros anteriores modificados.
A pata da ave denuncia o lugar onde ela vive. O avestruz tem a pata robusta dos corredores.

http://biologiaisnsetos.blogspot.com/2010/11/aves.html

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Tangarás



Tangará é o nome comum de diversos pássaros da família dos piprídeos, a mesma dos uirapurus e rendeiras. A espécie mais conhecida é o dançador (Chiroxiphia caudata), um tangará de 13cm, corpo azul, asas e cabeça pretas, esta com um topete encarnado no cocuruto, que ocorre em todo o Sudeste brasileiro. A fêmea do dançador, como na maioria das espécies, é verde-escura.

Os tangarás alimentam-se principalmente de frutas, insetos e aranhas. Voam bem, mas em geral não se afastam muito das matas. São polígamos, e a fêmea constrói o ninho e cuida de seus filhotes sozinha. Tece o ninho com fungos, folhas secas, teias de aranha, em geral perto d'água e a uma boa altura do chão. Põe dois ovos, às vezes apenas um, que incuba de 17 a 19 dias, como os demais piprídeos. Nas regiões mais quentes do Brasil, as danças de conquista dos tangarás são executadas quase o ano todo, exceto durante a muda.

O Brasil conta, hoje, com 25 espécies de Tangará, sendo que as da região sul são um pouco maiores que as do norte. Fato que é explicado através da seleção natural, pois é comum que pássaros de regiões frias desenvolvam-se mais que os das regiões quentes.

O tangará vive onde a natureza ainda não depredada.


Ave passeriforme da família dos piprídeos, a mesma do uirapuru, notável pelo colorido da plumagem. A espécie mais conhecida no Brasil é o dançador (Chiroxiphia caudata), de 13cm.

Exuberantes na plumagem, em que o azul, o preto, o vermelho, o verde, o amarelo e o branco surgem em combinações variadas, os tangarás se distinguem pela animada dança pré-nupcial que executam. Vários machos, em presença de uma única fêmea, exibem-se dando pulos, batendo as asas, agachando-se e sapateando. Acompanham com gritos os lances sucessivos desse ritual de conquista.







http://aartedecuidarr.blogspot.com/2009/10/tangara.html

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Aves Migratórias


A triste-pia, um parente da América do Norte do merlo, encontra o caminho até seu destino de inverno na América do Sul através do sol, estrelas, paisagens, campos magnéticos da Terra e luzes polarizadas invisíveis aos olhos humanos. O pássaro cantante viaja 9.656 quilômetros sem guias e com poucos meses de idade.

E ele não é o único. Milhões de pássaros do tamanho da palma da mão se apressam em direção ao sul nas noites do outono americano, enchendo monitores de radares meteorológicos como tempestades. Gansos, aves de rapina e aves costeiras também migram, às vezes atravessando continentes inteiros.

Espécies do gênero Sterna e albatrozes ziguezagueiam pelos oceanos, atravessando milhões de quilômetros durante suas vidas médias de 50 anos, os vôos mais longos conhecidos pela ciência.

Embora as aves migratórias estejam entre os viajantes aéreos mais bem-sucedidos do mundo, os mistérios de como elas conseguem a façanha e para onde se dirigem permanecem sem solução.

Até 80% de todos os pássaros das florestas norte-americanas fazem jornadas sazonais, mas apenas recentemente os ornitólogos passaram a rastrear as migrações de longa distância além de suas áreas de veraneio, onde se reproduzem. E os pesquisadores estão apenas começando a responder perguntas básicas sobre as habilidades, hábitos ao longo do ano e riscos que essas aves enfrentam.

Apesar dos cientistas não saberem como muitas aves migratórias passam o período não-reprodutivo – o acompanhamento completo das migrações é um campo relativamente novo – eles sabem que essas aves enfrentam ameaças sérias e sem precedentes. E isso se tornou uma preocupação urgente desde que se detectou um acentuado declínio no número de aves migratórias.

“Nos anos 1970 e 1980, veio a epifania, ‘meu Deus, esses pássaros não apenas migram, eles também passam seis meses nos trópicos e levam alguns outros meses para chegar aos trópicos’”, disse o ornitólogo Russel Greenberg, diretor do Centro Smithsonian de Aves Migratórias em Washington, D.C. “Agora que as populações de aves migratórias parecem estar declinando ou mudando muito, todos começaram a ficar desesperados”.

Os rigores físicos e os diversos perigos da migração causam cerca de 85% das mortes de todos os pássaros cantantes, e a ação humana está contribuindo com os perigos, alerta Miyoko Chu, ornitóloga da Universidade Cornell.

Cada vez menos pássaros retornam de suas áreas reprodutivas todos os anos, devido a envenenamentos por pesticida, perdas de habitat para a agricultura predatória e outras pressões humanas. A mudança climática pode prejudicar habitats e alterar o ritmo ecológico do qual essas aves dependem, incluindo picos em suas fontes de comida.

Declínios Dramáticos

Nas Américas, mais da metade de todas as espécies migratórias foi reduzida em número nos últimos 40 anos, segundo a BirdLife International, um grupo de conservação com sede no Reino Unido. A organização ambiental National Audubon Society alerta que algumas espécies norte-americanas chegaram a declinar até 80% nas últimas quatro décadas.

Aves que voam entre Europa, Oriente Médio e África também diminuíram, em 40%. Mas a razão exata ainda é desconhecida. Por isso, ornitólogos trabalham para descobrir aonde os pássaros vão e quais os desafios que enfrentam em cada estação – antes que suas jornadas fiquem ainda mais duras.

Com a análise de moléculas dos tecidos das aves, a marcação com sensores de localização e até o estudo de como elas aprendem estratégias de sobrevivência com pássaros locais durante o caminho, cientistas começaram a entender como as condições que as aves enfrentam durante o verão podem afetar sua sobrevivência no inverno, e vice-versa.

O caso do misterioso desaparecimento da Triste-Pia

A população de triste-pia declinou quase 50% desde 1996, de acordo com a Pesquisa de Reprodução de Pássaros da América do Norte.

Rosalind Renfrew, bióloga do Centro Vermon para Eco-estudos, espera descobrir algumas das causas dessa perda decifrando a dieta dos pássaros. Ela está fazendo isso através da coleta de penas da espécie e análise de seus isótopos estáveis – uma das mais promissoras estratégias para interpretar como as circunstâncias nos territórios de inverno afetam o sucesso das aves em seus territórios reprodutivos e sua sobrevivência em geral.

Durante os anos 1990, cientistas começaram a estudar isótopos (versões de um elemento com diferente número de nêutrons) em aves migratórias para monitorar a dieta de grandes grupos. Tristes-pia, que voam em enormes aglomerações, desenvolvem novas plumagens reprodutivas contendo isótopos de carbono e nitrogênio de seus alimentos da América do Sul.

A informação que cientistas extraem dos isótopos nas penas “revela seus habitats de inverno, o que determina as ameaças que podem enfrentar”, explicou Renfrew, que está no momento analisando penas removidas no último verão americano.

Essas ameaças incluem pesticidas na Bolívia e, em menor extensão, medidas de controle contra tristes-pia de fazendeiros sul-americanos, que as consideram pragas. (Fazendeiros na América do Norte costumavam atirar nesses pássaros até uma lei de proteção dos EUA coibir a ação.)

À medida que áreas cultivadas substituem as vegetações sul-americanas nas quais a triste-pia costumava se alimentar, sua dieta também muda. Com o apoio do Comitê para Pesquisa e Exploração da National Geographic Society, Renfrew analisa a extensão da atual dependência da triste-pia do arroz sul-americano ao invés das sementes silvestres.

O arroz pode engordar melhor os pássaros, mas também traz riscos, como pesticidas, e pode não resultar na condição física ideal para migração e reprodução.

Monitorando uma migração de 16 mil quilômetros

Cientistas também estão usando transmissores por satélite para monitorar diretamente os movimentos de grandes pássaros, e são capazes de descobrir, pela primeira vez, o percurso exato e as distâncias extraordinárias por quais algumas aves viajam. As vidas de muitas aves marinhas e costeiras permanecem verdadeiros quebra-cabeças para esses sensores de 30 gramas.

O biólogo marinho Andrew Westgate, financiado pela National Geographic, amarrou ou colou transmissores a pardelas-de-bico-preto, aves semelhantes a gaivotas que parecem estar em declínio no oceano Atlântico.

O líder do projeto de Westgate, o biólogo Rob Ronconi, da Universidade Dalhousie em Nova Scotia, rastreou as pardelas-de-bico-preto por mais de 16 mil quilômetros, atravessando três oceanos – o primeiro registro de sua migração pelo Atlântico, que as levou da América do Norte à África, voltando para o oeste em direção à América do Sul, e finalmente até seu território de nidificação, entre os dois últimos continentes.

Derramamentos de petróleo, rotas pesqueiras e predadores introduzidos em alguns pontos de ninhos podem estar contribuindo com o declínio aparente das pardelas, mas cientistas ainda precisam reunir evidências fortes de quantas aves estão morrendo.

Programas de rastreamento por satélite como esse podem lançar novas luzes sobre a questão. Importantes medidas de proteção já resultaram da informação que outras aves marinhas forneceram.

Pelo rastreamento do albatroz em risco de extinção, ornitólogos demonstraram que muitos perecem depois de ficarem presos em instrumentos de pesca. Isso ajudou a firmar um tratado entre 12 países, o Acordo para Conservação dos Albatrozes e Petréis, ao qual o presidente Bush propôs que os EUA aderissem em outubro de 2008.

Tempo se esgotando

Apesar dos avanços na pesquisa e compreensão de aves migratórias e suas rotas, o sistema completo da migração aviária ainda é desconhecido, alertam Douglas Levey e Alex Jahn, zoólogos da Universidade da Flórida. Eles lideram os estudos de DNA de grandes migrações no hemisfério sul, que abarcam a América do Sul, o continente mais rico em pássaros da Terra, do qual pouco se sabe até agora.

“Acreditamos que, com tecnologias modernas como técnicas genéticas e isótopos estáveis, as pesquisas migratórias na América do Sul podem avançar bastante em muito pouco tempo”, disse Levey, que tem o apoio da National Geographic em sua pesquisa.

E o tempo está se esgotando: a agricultura predatória na América Latina está dizimando a cobertura florestal protetora e rica em alimentos para pássaros como o tesourinha, uma das aves que Levey estuda.

À medida que essas florestas diminuem, o mesmo acontece com o número de pássaros que dependem delas para abrigo e alimento. As aves são obrigadas a procurar outros lugares, o que pode, em alguns casos, deixá-las mais vulneráveis a predadores.

Mas uma nova pesquisa mostra que a população de aves local pode ajudar os pássaros migratórios fornecendo informações sobre os estranhos predadores que encontram ao longo de suas rotas.

Joseph Nocera, biólogo da Universidade de New Brunswick, demonstrou pela primeira vez que pássaros cantantes migratórios identificam e evitam esses predadores enquanto viajam rumo ao sul. Eles aprendem quais animais são perigosos prestando atenção nos alarmes dos pássaros nativos.

Com o apoio da National Geographic, Nocera descobriu que pássaros como a juruviara norte-americana e o tordo de Swainson, migrando do Canadá a Belize, observam em silêncio e aprendem com os pássaros locais, apenas “relaxando, enquanto aproveitam os benefícios da informação privilegiada”.

Ele comparou o processo de aprendizado dos pássaros viajantes à sua própria experiência na sua primeira vez em Belize: “Nunca sabia qual animal evitar ou não”, lembrou. “Pulava a cada cobra que via. Então pensei, o que deve passar uma ave migratória!”

Entrar no cérebro dos passarinhos como fez Nocera é um grande avanço para a ciência migratória, disse Greenberg, do Centro Smithsonian de Aves Migratórias.

Ele antecipa que pesquisas futuras sobre como migrantes individuais fazem escolhas e usam o conhecimento espacial adquirido nas jornadas irão ajudar os cientistas a encaixar melhor as peças do quebra-cabeça migratório.

Complicações de conservação

Abordagens conservacionistas são às vezes complicadas, porque as regras de proteção variam de país a país e há escassez de dados de extensas áreas, incluindo boa parte da África e sul da Ásia. Mas conservacionistas estão confiando nas pesquisas recentes para calibrarem suas estratégias.

Se certos pesticidas prejudicam alguns pássaros, outras alternativas podem ser consideradas. Para alguns pássaros, preservar suas bases de verão e inverno pode ser a solução. Para outros, “são as dezenas de locais intermediários que têm importância crucial”, disse Martin Fowlie, porta-voz da BirdLife International. “Só nos últimos anos, com essas novas tecnologias, entendemos quão importantes alguns desses lugares são”.

Mesmo agora, apesar dos declínios, migrantes ainda tomam os céus, dando esperança a ornitólogos e conservacionistas.


“A hora de proteger um pássaro é quando ele ainda é comum”, disse Greenberg. “O que amamos sobre a migração é que podemos sair em um dia de primavera e enxergá-la”.

Fonte: Terra Ciencia

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Aves Ornamentais





Características Naturais

Ave Ornamental é toda aquela destinada ao ornamento de jardins de casas, chácaras, fazendas e parques. Normalmente, são aves de porte grande, vistosas pelas suas plumas coloridas e de baixa interação com as pessoas.




Espécies


No Brasil, pode-se encontrar mais de 100 espécies distintas de Aves Ornamentais. Trata-se de uma enorme variedade de tamanhos, cores e comportamentos. Dentre as principais famílias consideradas parte deste grupo estão os Faisões, Pavões, Mutuns, Marrecos, Cisnes e Gansos.




Compatibilidade entre Aves Ornamentais
Sociáveis, porém territorialistas, aves de uma mesma espécie e/ou tamanho poderão viver pacificamente, em viveiros normalmente, desde que haja espaço suficiente para todo o grupo.




Manejo

Fáceis de serem mantidas, não necessitam de contato físico com o ser humano. Poderão se acostumar a viver em torno das pessoas se apresentando calmas e tranqüilas. Muitas espécies são fiéis ao espaço de convívio, permanecendo no mesmo local onde foram acostumadas, mesmo quando soltas.




Biologia


Nomes Vulgares deste grupo: Marrecos, Cisnes, Gansos, Faisões, Pavões, Mutuns
Origem: devido à grande variedade de espécies neste grupo, pode-se encontrar aves ornamentais pelo mundo todo, em regiões tropicais, áridas, desérticas, pântanos e muitas outras.
Tamanho: desde os pequenos Marrequinhos de 25cm até Cisnes e Faisões que atingem 110 cm.
Peso : 200 a 4000g

Hábitos: diurno
Consumo de comida: 5 a 10% de seu peso por dia.
Consumo de água: 5 a 30% de seu peso em ml por dia
Ciclo de reprodução: durante a Primavera e Verão
Número de posturas por ano: 1 a 3, podendo chegar até 6 posturas.
Maturidade sexual: a partir de 1 ano.
Período de incubação dos ovos : 30 dias.
Filhotes por postura : quanto menor, mais ovos.
Independência dos filhotes : quanto menores, mais rápida é a independência.
Expectativa de vida : em média 10 anos. Cisnes poderão chegar a até 100 anos.




Acomodação
Em viveiros amplos ou soltos no jardim, com comida e água abundante.




Alimentação

Ração específica para Aves Ornamentais, legumes e verduras frescas.


Veja algumas imagens:




http://www.amazonzoo.com.br/aves_ornamentais.shtm

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A maior postura









A perdiz cinzenta é a ave que põe mais ovos duma só vez – 15 a 19 numa única postura, e são tantos porque uma grande proporção das crias não sobreviverá.


http://realturma6f.blogspot.com/2008_06_01_archive.html

Curiosidades





CURIOSIDADES


Porque é que os grous ficam de pé sobre uma perna
A maior parte do corpo do grou está coberto de penas que o mantêm quente. Mas o grou perde calor através das pernas, porque estas não tem penas. Para poupar o máximo calor possível, o grou fica de pé apenas sobre uma perna e encolhe a outra junto ao corpo.


Por que é que algumas aves migram?


Dizemos que as aves migram quando elas abandonam uma região e voam para outra. Podem migrar porque um lugar se tornou muito frio para elas, ou por já não haver comida suficiente. Quando as estações mudam e há mais comida, as aves regressam á sua primeira casa.


Por que é que a galinha do bosque constrói montículos?


A galinha do bosque de eucaliptos australiana constrói um montículo para que os ovos possam encubar. O macho faz um enorme montículo com folhas mortas, areia e terra, e a fêmea põe lá os ovos. Quando as folhas apodrecem produzem calor, conservando os ovos quentes e permitindo que eles incubem.


http://realturma6f.blogspot.com/2008_06_01_archive.html

Papa – figos


Papa – figos
(Oriolus oriolus)

Comprimento: 25 cm
Papa – figos O seu ninho, tecido de ervas, pende de um ramo bifurcado, como uma rede de dormir.
Trata-se duma ave tímida que passa muito tempo no cimo das árvores, onde come insectos e frutos. A fêmea apanha alimentos no bico forte e aguçado para dar aos filhotes.

É uma ave que cruza os ares com ligeireza e, na parada nupcial, o macho voa atrás da fêmea numa perseguição velocíssima.
O macho tem cores vivas para atrair a fêmea, mais pálida.
É a fêmea que constrói grande parte do ninho e toma conta das crias
O papa-figos é uma ave de cores muitos vivas, mas difícil de observar. Apresenta elevado dismorfismo sexual: o macho é amarelo vivo, com as asas e a cauda pretas. As fêmeas e os juvenis são esverdeados e pretos, com algum branco malhado na parte inferior. Alimenta-se de insectos, bagas e frutos e mede 23/25 cm. Faz o ninho em forma de taça, numa árvore, pondo 3 a 4 ovos brancos com manchas castanhas, que são incubados sobretudo pela fêmea durante duas semanas.


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Menor Ave


A estrelinha é a ave mais pequena da Europa: 9 cm.



http://realturma6f.blogspot.com/2008_06_01_archive.html

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Diamante Papagaio (Erythrura psittacea)




Em estado selvagem vive no arquipélago da Nova Caledónia. Em cativeiro, o diamante papagaio, no inverno, não deve ter temperaturas inferiores a 10ºC.O diamante papagaio adora banho, deve ter o maior números de dias banheira disponível..A criação desta espécie é relativamente fácil.O macho geralmente constrói o ninho. A fêmea põe em media 4 a 5 ovos, que eclodem após 13 a 14 diasDistribuição:Austrália.
DIMENSÕESAproximadamente 13 cm.
Distinção entre Sexos: (Fácil)O macho tem um vermelho muito vivo na cabeça, a fêmea tem o bico um pouco mais largo e o vermelho da cabeça menos vivo e menos extenso
ALIMENTAÇÃOA Alimentação desta ave deve ser composta por uma mistura de alpista, milho painço, milho-alvo branco, milho-alvo japonês; frutas (maça, cenoura, laranja, etc.), legumes (pepino, couves, alface, etc.); alimento vivo (bicho búfalo, bicho da farinha);



http://avesmariosantos.blogspot.com/2011/07/diamante-papagaio-erythrura-psittacea.html

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Udu-de-coroa-azul



Udu-de-coroa-azul: a ave-símbolo de Bonito
Hoje finalmente foi votada e aprovada a Lei que cria o Dia Municipal das Aves de Bonito (03 de outubro), indicando o udu-de-coroa-azul (Momotus momota) como nossa ave-símbolo! Parabéns aos vereadores que aprovaram por unanimidade esta idéia com objetivos educativos, turísiticos e conservacionistas!

Também quero agradecer aqui o apoio do Avistar, Atratur, IASB, Fundação Neotrópica, Brazil Bonito, Pousada Olho d'Água, Secretaria Municipal de Turismo e todos aqueles que manifestaram apoio escrevendo para a Câmara ou participando das reuniões. Sem vocês não teria sido possível!

Mas... afinal, quem é esse tal de udu?

Seu nome é uma referência ao canto (udu) e à cor azul cobalto da cabeça (de-cabeça-azul). Mas um dos vereadores relatou que seu pai o chamava de Guaratolo (nome paraguaio?). Também já ouvi juruva, duro-duro, Burgo (Argentina), Barranquero Coronado, guarda barranco, udu-coroado, galo-da-mata e, para quem prefere o nome em inglês, Blue-crowned Motmot. Mas todos estes nomes se referem ao Momotus momota, família Momotidae, ordem dos Coraciiformes (a mesma dos martins-pescadores).

São aves florestais que, segundo Sick (1997), ocorrem na região neotropical até a América Central. Com seu colorido espetacular, é admirável como consegue se esconder por entre a folhagem das árvores, delatando-se apenas pelo seu canto inconfundível: udu... udu... As penas verdes das costas e das asas contrastam com o amarelo da barriga, onde duas pequenas penas pretas pintam uma gota no peito. Seus olhos vermelhos são acentuados pela máscara preta e o bico comprido e serrilhado. Além do colorido, destacam-se as penas da cauda, longas e com a ponta em formato de espátula. Isto se deve à perda natural das franjas laterais, causando um bonito efeito visual quando ele balança a cauda. Mas para os índios Pareci (MT), isto aconteceu quando o udu trouxe do céu o primeiro fogo para o homem...

A cauda é um indicador das emoções: conforme a situação, pode estar parada, balançando como pêndulo, para frente e para trás, em velocidades diferentes e até arrebitada (Sick 1997). Ficam longo tempo parados, observando o movimento da floresta, dando seu alarme (udu!) assim que avistam algo diferente (pode ser um animal silvestre ou um observador de aves distraído). Macho e fêmea conversam à distância, um respondendo para o outro. Mas é no amanhecer e no final da tarde que ouvimos seu canto repetido e com maior intensidade.


A alimentação do udu é muito variada. Captura artrópodes em voo, desce ao solo para revirar folhas e galhos em busca de animais escondidos e segue formigas de correição. Também caça lagartixas, ratinhos, pererecas e até filhotes de aves, e ainda come alguns frutinhos pela mata.

Na época de reprodução faz ninhos em buracos, que escava junto com a fêmea em barrancos, jogando a terra para trás com os pés. Os túneis chegam a ter de 60 cm a 2 metros de comprimento (Sick 1997), mas podem aproveitar túneis cavados por outros animais. Entram sempre de frente, evitando danificar a cauda. Nessa época, seu bico está sempre sujo de barro. A fêmea coloca os ovos (redondos, brancos e brilhantes) no fundo da galeria, revezando o choco (17 a 21 dias) com o macho e também a alimentação dos filhotes, que saem do ninho após um mês de vida. O ninho é usado apenas nesta época do ano.




http://bonitobirdwatching.blogspot.com/2009/04/udu-de-coroa-azul-ave-simbolo-de-bonito.html
Imagens :Detalhe da cauda do Udu (Momotus momota),mostrando a extremidade em formato de espátula. Foto: Tietta Pivatto
Udu (Momotus momota) fotografado em uma das trilhas de Bonito/MS. Foto: Daniel De Granville

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Tiriba Rhodocephala


Foto: tiriba rhodocephala macho


É extremmente apreciada por sua inteligência e coloração. sua reprodução é simples, basta ter um casal num viveiro de 3m X 2m X 2m, com uma caixa de calopsita, ou um tronco oco, e depois é só turbinar a alimentação. sua alimentação consiste em frutas, grãos, vitaminas, e rações. para se ter um casal já foi dita, para ter um basta uma gaiola de 1,5m X 0,6m X 0,6m, para um grupo de 3 casais, um viveiro de 5m X 3m X 3m. troque a água e o fundo todos os dias, ou varra o chão do viveiro 3 vezes na semana.


Fonte texto e Imagem
http://avesemaisaves.blogspot.com/2010/12/tiriba-rhodocephala.html

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Periquitos- da-Carolina








O periquito-da-carolina (Conuropsis carolinensis) é uma ave extinta que vivia no leste dos Estados Unidos da América, desde o Golfo do México aos Grandes Lagos. A espécie foi descrita pela primeira vez por Lineu em 1758 e desapareceu em 1918. Era o único psitaciforme endémico da América do Norte.


O periquito-da-carolina era uma ave colorida, de plumagem verde, mais claro na zona ventral, com cabeça, pescoço, coxas e bordo das asas amarelos; a testa, bochechas e zona em torno dos olhos era cor de laranja vivo. A sub-espécie C. carolinensis ludovicianus tinha distribuição geográfica mais a oeste e plumagem mais baça, em tons de verde azulado.


Eram aves de pequeno porte, com cerca de 20 cm de envergadura e uma cauda com 15 cm de comprimento médio; as fêmeas eram geralmente menores. A sua alimentação era baseada em sementes que colhiam no chão. Eram aves gregárias, que viviam em grandes bandos de centenas de indivíduos. Os seus hábitos de reprodução são desconhecidos mas supõe-se, através de relatos do século XIX, que construíssem ninhos simples em troncos de árvore ocos.





A chegada dos colonos europeus à América do Norte no fim do século XVII modificou radicalmente os ecossistemas da costa Este. O desenvolvimento da zona implicou clareio de florestas e drenagem de pântanos para dar lugar a campos agrícolas. Estas mudanças beneficiaram o periquito-da-carolina, que se alimentava de sementes e depressa aprendeu a aproveitar o novo recurso. No entanto, os colonos não gostavam de ver as suas sementeiras e pomares atacadas pelos bandos de aves e começaram a matá-los às centenas.




John James Audubon conta, numa carta ao editor do livro The Birds of America, que baseou a estampa dedicada a esta espécie numa cesta cheia de periquitos mortos por um vizinho, que colheu num pomar perto de sua casa. Vistos como uma praga, os periquitos foram caçados até se tornarem muito raros. Os últimos exemplares em liberdade foram mortos em Abril de 1904.




Nesta altura havia algumas centenas de periquitos-da-carolina distribuídos por vários Jardins Zoológicos, mas, como a reprodução em cativeiro nunca foi bem sucedida, a espécie, já extinta na Natureza, estava condenada a desaparecer. O último exemplar, um macho chamado Incas morreu a 21 de Fevereiro de 1918 no Jardim Zoológico de Cincinnati, onde também morreu o último representante do pombo-passageiro.


Fonte: Wikpédia
15.08.2011


















sábado, 6 de agosto de 2011

Tuiuiú



Tuiuiu

Ave símbolo do pantanal.
A maior ave do brasil e perde apenas para o condor andino na América do Sul em tamanho.
Sua envergadura é próxima de 1,40m e altura 1m.
Quem já esteve no pantanal, provavelmente pôde ver os poéticos ninhos desta ave.
Realmente, muito lindo.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Agapornis


Agapornis
Origem: África

Longevidade: até 15 anos

Reprodução: 12 filhotes/ano, por casal

Número de Espécies Conhecidas: 9

Mutações: Inúmeras

Fonte:http://bicharedo.blogspot.com/2010/10/especies-de-agapornis.html

Malurus


Superb Fairy-wren (Malurus cyaneus)


Malurus é um género de aves da família Maluridae . Sus componentes reciben el nombre común de ratonas australianas , debido a la forma ratonil de correr que exhiben como comportamiento de distracción cuando un depredador se acerca a su nido. Seus componentes são o nome comum de carriças australiano, por causa da forma de execução que mousy apresentam como um comportamento distração quando um predador se aproxima de seu ninho. Contiene las siguientes especies: Ele contém as seguintes espécies:



http://es.wikipedia.org/wiki/Malurus

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Fragatas



Fragatas


As fragatas são aves pertencentes à família Fregatidae é ao seu único gênero Fregata. O seu nome comum está relacionado com o seu hábito de assaltar outras aves marinhas, tal como as fragatas de guerra.
As fragatas são aves de grande porte, com asas compridas e estreitas que representam a menor superfície de asa por unidade de peso do mundo das aves. Têm cerca de 1 metro de comprimento, mais de dois de envergadura e uma cauda longa e bifurcada. A sua plumagem é geralmente preta ou preta e branco e os macho apresentam um com saco gular vermelho.
As fragatas não conseguem andar em terra, nadar nem levantar vôo de uma superfície plana. São por isso aves pelágicas que só pousam em penhascos durante a época de reprodução. São, no entanto aves extremamente rápidas em vôo picado sobre o mar ou sobre outras aves.


Fragata-Comum


A fragata-comum ou tesourão (Fregata magnificens) é uma ave da família Fregatidae.
A fragata-comum tem cerca de um metro de comprimento e mais de dois de envergadura, pesa apenas 1,5 kg. É a ave com maior superfície de asa por unidade de peso. O macho é preto e distingue-se por um saco gular vermelho. A fêmea é menor, tem cabeça anegrada e peito branco. Os juvenis têm cabeça branca.
Apenas um ovo é posto no ninho de gravetos solidificado através de fezes. O casal incuba o filhote alternadamente durante 40 dias. Alimenta-se de peixes capturados na superfície, não mergulha. Molesta as outras aves à procura de peixes regurgitados. Muitas vezes os atobás e grazinas conseguem se livrar das fragatas pousando na água, uma vez que estas aves não conseguem nadar.

Fonte Texto e Imagens
http://conhecendoanimais.blogspot.com/2011/03/aves-2.html

Cegonhas e Jaburus

Aves Ciconiiformes e Suliformes
Cegonhas e Jaburus


Aves Ciconiiformes


Cabeça-Seca


Cabeça-seca é uma ave ciconiforme da família Ciconiidae. É típico da América, ocorrendo desde o sul dos Estados Unidos até a Argentina, estando presente em quase todo o Brasil. Também conhecido como passarão, jaburu-moleque, cabeça-de-pedra e trepa-moleque (os dois últimos no estado de Mato Grosso. No sul do Brasil é conhecido principalmente por tuiuiú, enquanto que o Jabiru mycteria é conhecido como jabiru.
O cabeça-seca lembra o tuiuiú, mas é menor. Mede de 80 a 100 cm de comprimento e pesa cerca de 3 kg. É branco, exceto as penas da cauda, que são negras, e o bico, o pescoço e as pernas, que são cinzentas. O bico é ligeiramente curvado para baixo.
A alimentação é, basicamente, formada por peixes, rãs e insetos.
O cabeça-seca habita áreas alagadas, lagoas e pantanais permeados de florestas. Vive em bandos, alimentando-se aos grupos. Geralmente a fêmea faz seu ninho juto ao das garças, e põe de 3 a 5 ovos. Os filhotes nascem cobertos de penas e penugens, inclusive no pescoço, que é nu nos adultos. Quando jovens se agrupam, vivendo à parte dos casais adultos.









Maguari


O maguari (Ciconia maguari) é uma ave ciconiiforme da família dos ciconiídeos, encontrada em grande parte da América do Sul, sendo comum nos estados brasileiros do Rio Grande do Sul e restrita na Amazônia e no Nordeste do Brasil.
Possui plumagem branca, rêmiges, coberteiras superiores e cauda negras, região perioftálmica e base do bico nuas e vermelhas, sofrendo pressão de caça na Amazônia. É conhecida ainda pelos nomes de cauanã, cauauá, cauauã, cegonha, jaburu-moleque, joão-grande, maguarim, mauari, tabujajá, tapucaiá e tubaiaiá.


http://conhecendoanimais.blogspot.com/2011/03/aves-2.html

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Águia Imperial




Considerada extinta como reprodutora na década de 70 do século XX, a Aquila Adalberti é uma das espécies criticamente em perigo que ainda sobrevoam o continente português. A ave de rapina, que de asas abertas atinge os dois metros, gosta de construir os ninhos nas copas de sobreiros e azinheiras, tendo como terreno de caça o pasto e matagais das áreas de montado. Nidifica em Espanha, onde se contam 235 casais, e recomeçou a nidificar em Portugal em 2003, na Beira Baixa e no Alentejo. Por cá não vão além dos 5 casais, que tiveram necessidade de se expandir para este lado da fronteira, fruto dos projetos de conservação espanhóis. Já foram mais, mas nos últimos anos uma foi abatida no Alentejo e duas morreram eletrocutadas. Para evitar o seu declínio, o Instituto da Conservação da Natureza reforçou a monitorização, a correção de linhas de média tensão e a sensibilização junto de caçadores.



http://penatosambientalistas.blogspot.com/2010/10/aguia-imperial.html

terça-feira, 7 de junho de 2011

Caturras


origem: Austrália
data de origem: Kerr, 1792
esperança de vida: 15 a 20 anos
nome científico: Nymphicus hollandicus
família: Cacatuidae
tamanho: 30 para 34 cm

História

A Caturra foi descoberta em 1792 na Austrália. Esta ave habita a região interior do país e pode ser encontrada em zonas áridas ou semi-áridas, mas perto de rios. Foi exportada para a Europa na mesma altura que o Periquito, por volta dos anos 40 do século XIX.

O nome científico da Caturra tem raízes curiosas. O género Nymphicus atribuído a esta ave reflecte o encanto que os exploradores europeus sentiram quando a descobriram pela primeira vez. Nymphicus significa, traduzido à letra, pequena ninfa. A espécie hollandicus vem de Nova Holanda, o nome dado pelos exploradores à Austrália.

A classificação desta ave é bastante discutida e testes de DNA acabaram por retirá-la da família dos Psitáceos para categorizá-la como um membro da família das Catatuas, Cacatuidae. Entre as características que mais aproximam a Caturra das Catatuas está a crista eréctil e penas na base do bico.

As primeiras mutações desta espécie apareceram mais tardiamente. Em meados do século XX surgiram as mutações Pied e Lutino. Seguiram-se a cinnamon, pearl, cabeça branca e silver.

No seu país natal, a Caturra é vista como uma praga. Com uma população elevada, atacam os campos de sementes para se alimentaram. No resto do mundo são bastante cobiçadas, sobretudo as mutações mais raras que podem atingir um preço considerável no mercado de aves. A Caturra é uma das aves de estimação mais populares, rivalizando com o Periquito e o Canário.

Temperamento

A Caturra é um animal dócil, alegre e pouco barulhento. É uma das aves mais rápidas da Austrália, tendo um voo directo e ágil.

Pacífico, é ideal para aviários comunitários e partilha o espaço com outras aves mais pequenas e frágeis sem causar problemas. Mesmo alojada sozinha revela-se bastante afectuosa com o dono.

É conveniente arranjar um exemplar jovem e criado à mão se pretender que a Caturra interaja com humanos.

As Caturras podem-se mostrar algo nervosas em relação ao dono enquanto jovens, mas acalmam rapidamente, tornando-se dóceis. O canto prolongado dos machos torna-os mais populares do que as fêmeas como animal de estimação. Mas até aos três meses é difícil identificar os sexos visualmente, por isso se preferir um dos sexos em particular tem de fazer um teste de DNA.

Bastante gregárias, as caturras convivem bastante com indivíduos da mesma espécie se lhes for dada essa oportunidade. Geralmente acasalam para a vida com o mesmo parceiro e em estado selvagem são vistas a voar em grupo ou em pares.

Brincalhonas e activas, as caturras adoram trepar, roer e interagir com o dono. São capazes de imitar a voz humanas ou outros sons, apesar de terem um vocabulário mais limitado do que os papagaios.

Crista

A Caturra expressa o seu estado emocional através da crista. A crista mantida em baixo, significa que a ave está apreensiva. A Caturra consegue elevar a crista mantendo-a quase na vertical. Uma ligeira elevação, é a posição neutral da crista. Indica que a ave está relaxada. Uma elevação mais pronunciada indica excitação.

Aparência Geral

A Caturra é predominantemente cizenta com a zona das patas mais clara e zonas brancas nas asas. Na região das orelhas esta ave tem uma mancha redonda de cor laranja. Na cabeça, apresenta uma máscara amarela que varia em intensidade e tamanho. Nos machos, o amarelo é vivo e mais amplo, enquanto as fêmeas têm cores mais pálidas. Para distinguir os sexos, o método mais seguro é observar as penas interiores da cauda: as do macho são pretas, enquanto as das fêmeas são acastanhadas e com padrão. As aves jovens são similares às fêmeas adultas. Até aos três meses, apenas é possível distinguir os sexos através de testes de DNA.

Um dos traços mais distintos da Caturra é a crista. A Caturra pode subir ou baixar a crista quando deseja. Esta é geralmente indicadora da disposição da ave.

Alojamento

A Caturra é uma ave activa que necessita de algum espaço para se movimentar. O seu bico não é tão destrutivo como o da maioria dos papagaios, por isso a gaiola ou aviário não necessita de ser tão resistente. As gaiolas devem permitir que a Caturra exiba a crista sem a danificar e que abra complemente as asas sem que toque num dos lados. As medidas mínimas para uma gaiola são 60 cm x 60 cm. Com este tipo de alojamento, a Caturra deve ser retirada da gaiola frequentemente para interagir e exercitar-se.

Um aviário para um casal de Caturras deverá ter 180 x 90 x 180 cm. Nestes casos entende-se que o tempo fora do aviário será nulo ou mínimo.

A Caturra é um animal bastante resistente, mas se for alojado no exterior, deverá ter abrigos e zonas exteriores protegidas de correntes de ar. Em locais mais frios, pode necessitar de um aquecedor.

Brinquedos, troncos ou locais de poiso são obrigatórios. Baloiços e banheira são sempre bem-vindos.

Existem rações comerciais preparadas para Caturras. Idênticas às rações de periquitos, estas podem também ser uma boa opção.

Alimentação

Entre as sementes base da alimentação da Caturra estão o milho painço, aveia descascada, sementes de girassol e cânhamo. Para complementar, a Caturra aprecia também vegetais e fruta. A maçã é uma boa guloseima.

O osso de calcário deve estar sempre disponível.

O mais preocupante problema de saúde encontrado nas Caturra é o stress, provocado pela solidão ou mudanças súbitas. As Caturras em stress arrancam as penas. Entre as Caturras mais sensíveis, estão as caturras lutino, onde este problema é mais comum. Também nesta mutação é preciso particular atenção à zona atrás da crista, onde a manifestação de uma zona sem penas é comum e indesejável. A zona careca não é provocada pelo arrancar de penas da Caturra, uma vez que ela não tem acesso a essa área, mas é considerado um defeito da ave.

Mutações

Lutino – Esta é uma das mais cobiçadas mutações de Caturras. Desenvolvida em 1950s pela norte-americana Moon, as caturras lutino ficaram inicialmente conhecidas como “Moonbeams”, que significa luar. O corpo das aves é despojado do cinzento característico que é substituído por branco ou amarelo. A cabeça mantém a cor amarela e as orelhas permanecem laranjas. Diferenciar os sexos pode ser complicado, mas as fêmeas apresentam um padrão na cauda.

Cara branca (White faced) – Os machos apresentam a cabeça de cor branca, em vez do tradicional amarelo. As fêmeas apresentam a cabeça acizentada.

Cinnamon (Canela) – O cinzento adquire uma tonalidade acastanhada. As restantes cores mantém-se.

Albino - Sem capacidade de produzirem pigmentação, estas aves são branco puro de olhos vermelhos. Não é possível distinguir os sexos visualmente.

Pearl (Pérola) – Esta mutação surgiu em 1967 na Alemanha. O centro das penas torna-se mais claro do que as extremidades. Pode ser combinado com várias cores base.

Pied – Padrão que intercala zonas de penas mais claras com zonas mais escuras.


Fonte
http://avesdobugio.blogspot.com

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Diamante Mandarim






origem: Austrália, Indonésia, Timor, Sonda
data de origem: 1817
esperança de vida: 8 anos
nome científico: Taeniopygia guttata
distribuição: Austrália
família: Estrildidae
tamanho: 10 para 12 cm


É o mais conhecido dos diamantes, sendo muito vulgar em todos os aviários nas suas variedades coloridas: o cinzento, o branco, o isabel, o prateado... A forma original no entanto é a de corpo cinzento com cauda preta atravessada por faixas brancas, garganta e peito estriados a preto e branco até se encontrar com o ventre, onde termina numa risca preta. Nos flancos laterais que bordejam o ventre branco existe uma mancha longitudinal cor de laranja penteada a branco. O bico é vermelho vivo e em ambas as faces do macho existe uma mancha cor de laranja que falta na fêmea, permitindo portanto uma perfeita diferenciação dos sexos. O mandarim branco macho diferencia-se da fêmea pelo colorido vermelho mais intenso do bico.

O mandarim aprecia imenso a verdura, sobretudo a alface e os espinafres, que no entanto deve ser fornecida dia sim, dia não. Gosta igualmente de papa de ovo cozido e de concha de choco. Na Primavera convém adicionar à água ou às sementes um pouco de óleo de fígado de bacalhau.

Vive perfeitamente em gaiola ou em aviário, mas tem tendência para monopolizar os ninhos, pelo que convém dispor sempre de um grande número de pequenas caixas de madeira de 10 cm de lado com um orifício de entrada de 3 a 4 cm de diâmetro. O Mandarim não é, no entanto, tão exigente que não possa aproveitar outros tipos de ninho desde simples tigelas, a caixas de plástico e até note-se bem velhos chapéus de palha ou vasos de flores. Convém pôr à sua disposição o material para confeccionar o interior, sobretudo crina e caruma seca de pinheiro. Alguns avicultores colocam mesmo nos aviários ramadas de pinheiro que os mandarins vão utilizando a pouco e pouco, aproveitando inclusivamente para fazer os ninhos nesse local.

Os ovos, em número variável de 4 a 9, levam 12 dias a incubar e as crias saem do ninho geralmente ao fim de 25 dias. Os mandarins são tão prolíferos que fazem nova postura logo a seguir, sendo por isso conveniente retirar-lhes os ninhos entre Outubro e Março, a fim de os não cansar demasiado. Também é preferível esperar que atinjam 6 meses para fazerem a 1a postura, embora fossem perfeitamente capazes de o fazer aos 3 meses.

Características Gerais:

Tipo:

As diferentes partes do corpo deverão estar em harmonia. A ave não deve ser nem muito magra nem muito gorda. O peito é bem arredondado, sem angulações ou parte inferior pesada. A nuca não é muito arredondada e não apresenta nem concavidades nem saliências. As asas, bem aderentes ao corpo, não ultrapassam a linha do dorso, sem estar cruzadas nem descaídas. As penas da cauda são arredondadas e bem cerradas. Os dedos e as unhas devem ter um aspecto bem cuidado. As patas sem escamas.

Tamanho - Forma

O comprimento total do Diamante Mandarim, medido desde a ponta do bico à extremidade da cauda, é de 11,5 cm. As espáduas largas, a cabeça grande e o peito cheio dão à ave uma massa harmoniosa. A cabeça é bem arredondada e a fronte pouco abaulada. O bico é cónico, limpo, com a parte superior lisa.

Atitude

A posição ideal do Diamante Mandarim apresenta um ângulo aproximado de 45º em relação ao plano horizontal. As pernas são ligeiramente flectidas.

Cor:

Todas as cores da cabeça, da nuca, do dorso, do peito, do ventre, da cauda, das bochechas e dos flancos devem corresponder à descrição do “standard”. O mesmo se aplica ao bico e às patas.

Desenho

Compreende todas as marcações características visíveis específicas de cada mutação ou combinação de determinada da ave.

Plumagem:

A plumagem deve ser cuidada, brilhante, lisa e bem aderente ao corpo.

http://avesdobugio.blogspot.com/

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Ecossistema e suas Ameaças!


Quanto a fauna da Floresta Ombrófila Mista, podem ser encontrados roedores (ratos, cutias e pacas), aves ameaçadas de extinção como a gralha-azul e o papagaio-de-peito-rocho, além de inúmeros insetos. A semente da araucária, o pinhão, é muito apreciada pela fauna em geral e se constitui numa fonte de alimento essencial para o seu sustento.

A ameaça de extinção de algumas espécies desse ecossistema, como a gralha-azul e o papagaio-de-peito-rocho, pode ser atribuída à escassez do pinhão. Para agravar a situação, as pessoas vêm coletando o pinhão para comércio, já que é muito apreciado também pelos humanos. Quando as pinhas - que agregam os pinhões, que são os fruto da araucária - estão ainda verdes são furtadas das áreas de preservação, não deixando nada para a fauna que acaba perecendo de fome.



Figura 3.5 Papagaio-de-peito-rocho (Amazona vinacea): ave que está sendo exterminada devido à destruição das Florestas de Araucárias. Foto tirada no Zôo de Pomerode (SC) em jan/04. Exemplar apreendido do tráfico de animais silvestres e que não pode mais voltar para a natureza.



Figura 3.6 Gralha-azul (Cyanocorax caeruleus): ave símbolo da Floresta de Araucária que está desaparecendo devido à destruição deste ecossistema. Foto tirada no Zôo de Pomerode (SC) em jan/04. Exemplar apreendido do tráfico de animais silvestres e que não pode mais voltar para a natureza.



Infelizmente, esse ecossistema está ameaçado de extinção, devido à exploração da madeira e pela substituição de sua área de domínio pela agricultura e reflorestamentos de pinus e eucalipto.



Fonte do texto e Imagem
http://ecoblog-daniel.blogspot.com/

domingo, 22 de maio de 2011

Udu



O udu foi eleito ave símbolo de Bonito. Bicho tímido, pra observar tem que estar atento. Felizmente não é tão tímido quanto o seu parente próximo da Mata Atlântica, a juruva-verde. Numa RPPN próxima, o Buraco das Araras, um verdadeiro espetáculo de araras voando. Lindo demais. O cerrado em volta ficou devendo outra visita, pois também tem muito bicho.


Udu (Momotus momota) fotografado em uma das trilhas de Bonito/MS. Foto: Daniel De Granvillebém

Aves de Arribação



Pensava em ti nas horas de tristeza,
Quando estes versos pálidos compus,
Cercavam-me planícies sem beleza,
Pesava-me na fronte um céu sem luz.

Ergue este ramo solto no caminho.
Sei que em teu seio asilo encontrará.
Só tu conheces o secreto espinho
Que dentro d'alma me pungindo está.
Fagundes Varela

Aves, é primavera! à rosa! à rosa!


(Tomás Ribeiro)
Imagem de pesquisas do google

quarta-feira, 18 de maio de 2011

BIOGRAFIA DE UM CANÁRIO 3ª e 4ª Parte

BIOGRAFIA DE UM CANÁRIO ** ( 4.ª Parte - Final)

A todos os que têm a paciência de me lerem e me dão a honra de seguirem este blog dedico esta pequena história, de minha autoria, sobre a existência de um canário desde que sai do ovo até à altura de ele próprio, seguindo o ciclo da natureza, poder vir a reproduzir-se. Esta foi uma forma de "fugir" às normais postagens de um blogue, que me deu algum gosto, fazendo aparecer um sorriso no rosto de quem lia..

Tenho a presunção de tomar por certo que a maioria gostou e ter-lhes-á aflorado o tal sorriso ao ler a prosa. Outros não terão gostado, mas leram! Possivelmente sorriram e acharam que bem ou mal deviam comentar, dando assim, também, importância ao escrito, pelo que penso que atingi o objectivo que me propus, diversificar e, por momentos, levar a esquecer as agruras da vida fazendo-lhes aflorar nos lábios um sorriso.


O capítulo anterior terminou com este pequeno herói a tomar um banho dado cuidadosamente pelo pai mau (criador) enaltecendo a sua qualidade de vida.


Deixo-vos com a quarta e última parte, usufruam, sorriam e já agora, bem ou mal, comentem!




Falei antes de tempo, a qualidade de vida... foi-se; hoje fui mais uma vez metido numa nova gaiola, desta vez minúscula, durante umas duas ou três horas, deu para perceber que me estava a estrear numa passeata de carro. O pai mau ia com mais dois amigos numa conversa que nunca mais acabava penso que deviam estar a falar de mim apesar de não perceber nada, eram os mesmo que tinham estado lá em casa a olhar atentamente para mim.

Finalmente fui retirado da minúscula gaiola e metido numa parecida com a de lá de casa, estavam lá muitos pais maus e também muitos canários que eu nem sabia que existiam. Os novos pais maus deram-me uma comida parecida com a de lá de casa e água com um gosto meio esquisito esquisito colocando-me de seguida numa… prateleira! Tentei perceber o que se passava perguntando aos outros colegas mas estavam na mesma situação que eu era a primeira vez que ali estavam apesar de alguns já terem andado por outros lados, com algum receio o tempo foi passando até que escureceu e tudo ficou em silêncio.

Com os alvores do novo dia acordei, por acaso bem disposto, ouvia os meus companheiros a falarem uns com os outros assim como uns esquisitos, uns de cores exóticas e outros de bico curvo, a dizerem mais ou menos a mesma coisa, hoje ia ser o grande dia, grande dia de quê? Ia ter mais horas? Hoje não havia tanto barulho como ontem mas estavam lá novos pais maus que deambulavam por entre as prateleiras. Algum tempo depois comecei a ver pais maus a passar em frente a mim com gaiolas, para a frente e para trás, de repente as gaiolas da minha prateleira começaram, também, a ser levadas, até que chegou a minha vez fui também levado. Colocaram-me numa mesa juntamente com outros companheiros, diante de dois pais maus que olhavam com um ar muito sério para nós e de vez em quando falavam baixinho um com o outro, como se não quisessem que os ouvíssemos, mesmo nada percebendo do que eles diziam. Engraçado! O meu mano também estava ali por fim ficamos só quatro em cima da mesa, os outros companheiros foram sendo retirados um a um, se calhar era por isso que um dos pais maus lhes batia com uma varinha nas grades.
Não percebia porque havia colegas a gritar já ganhamos, já ganhamos! Finalmente entendi éramos os últimos de umas dezenas largas da mesma raça e senti que algo de bom me ia acontecer. Puro engano, fui retirado da mesa. O meu mano é que ficou lá e deve ter ganho um prémio, mas não sei o quê, pois colocaram-lhe na gaiola uma espécie de dístico!
No dia a seguir, nunca tinha visto tantos pais maus juntos paravam em frente aos meus companheiros a conversar, em frente ao meu mano e às vezes vinham olhar-me fixamente, não percebia nada do que se passava mas começava a ficar cansado. Um pai mau passou um ralhete a um filhote dele por me ter assustado. Até me magoei numa asa.

Foram cinco dias esgotantes o meu pai mau foi-me buscar ao fim da tarde e zangou-se com outro pai mau que me queria levar, não percebi o que se passava pois o meu pai mau apontava para o meu mano e acenava com a cabeça e o outro apontava para mim. Ao fim de algum tempo o outro pai mau levou o meu mano enquanto o meu pai mau, com ar satisfeito pegava em mim e nos meus colegas e nos metia, de novo, nas gaiolas minúsculas, apara regressar a casa.
Colocado de novo na minha gaiola comecei, no dia seguinte, a dar azo à minha satisfação cantando a plenos pulmões juntamente com os meus colegas, passaram-se assim três meses.

A Primavera estava a chegar os dias eram maiores e com mais luminosidade, a vida sorria-me e eu cantarolava o dia todo: depois havia umas canárias bem giras em frente e nós a quem catrapiscava-mos os olhos, o meu pai mau olhava para mim e para o sitio onde estavam as meninas, havia lá uma que gostava de mim, respondia ao meu canto saltitando junto à grade piando e olhando para mim.
O pai mau é mesmo muito mau, colocou a menina na minha gaiola mas do outro lado de uma grade, até me penduro na divisória só para chegar junto dela, ela, mázinha, faz-me cenas sensuais quando lhe canto… se a apanho!!!

Hoje, o pai mau tem um ninho na mão, está a colocá-lo na parte onde está a já minha namorada, coloca também umas coisas fofas que ela começa a levar para o ninho; olha para mim e... não… não me acredito… ele vai, vai mesmo retirar a grade divisória; salto logo para junto da minha namorada, que contentamento, Yupiiiiiiiii! Yupiiiiiiiii! Yupiiiiiiiii!
FIM


** BIOGRAFIA DE UM CANÁRIO ** (3.ª Parte)
A todos os que têm a paciência de me lerem e me dão a honra de seguirem este blog dedico esta pequena história, de minha autoria, sobre a existência de um canário desde que sai do ovo até à altura de ele próprio, seguindo o ciclo da natureza, poder vir a reproduzir-se. Esta é uma forma de "fugir" às normais postagens de um blogue e também, porque não dizê-lo, divertir-me e fazer com que quem me lê se divirta também.


No capítulo anterior este pequeno herói tinha, já, conseguido sair e voltar para o ninho.


Deixo-vos com a terceira e penúltima parte, usufruam, sorriam e já agora, bem ou mal, comentem!


Já estamos com vinte e cinco dias de vida, o pai mau retirou o ninho da gaiola, isto é só boa vida! Comemos, saltamos de poleiro em poleiro atrás dos nossos pais para nos darem comida, mas são uns cotas, mandam-nos comer directamente dos comedouros, dando-nos cada vez menos comida e às vezes algumas bicadas.


A mamã está a começar a passar-se, por cada bocado de comida que nos dá tira-nos uma ou duas penas, o que nos safa é que já voamos razoavelmente e fugimos; já aprendemos a desenrascar-nos comendo as papas, que o pai mau nos dá, fresquinhas e algumas sementes que vêm juntas. O papá às vezes também se zanga com a nossa pedinchice e bica-nos na cabeça, eu já nem me chego a ele prefiro a mamã mesmo, às vezes, ficando sem uma pena.
É, eu tinha razão, o pai mau sempre não é tão mau assim, ralhou à mamã por nos andar a arrancar as penas, deu-lhe um ninho novo e meteu umas coisas fofas na gaiola que ela leva toda ufana para o ninho.


O papá está muito contente com a mamã, anda sempre de volta dela a cantarolar e a dançar nos poleiros arrastando as asas. Tirando o facto de, sem razão aparente, o papá de vez em quando nos tentar bicar, pode-se dizer que somos uma família feliz.


Hoje, o pai mau separou-nos dos nossos pais canários, ainda somos novinhos, só temos trinta e dois dias, não percebemos porque o faz, será por nos pormos a espreitar a mamã e o papá, na borda do ninho?
Temos uma casa nova com mais meninos como nós, tudo nos é estranho e, porque como não sabemos calcular bem a distância entre poleiros, às vezes parece que estamos a aprender a voar pois as distâncias são bem maiores, para além disso à aqui dois ou três atrevidotes que se metem comigo e com o meu irmão, vou ter que os por finos, a um deles já o biquei para saber quem manda… ah, pois é!...


Não sei não, ou é impressão minha ou nesta casa o rancho é melhorado, comemos muito e bem, apesar de às vezes termos de brigar com os outros por um bocado mais apetecível; como andamos sempre de um lado para o outro não engordamos, o meu irmão deixou de me ligar e eu como paga faço-lhe o mesmo.

Acho que não estou doente mas estão a cair-me as penas, a hora do banho para mim é um bom tónico as novas penas estão a começar a crescer luzidias e sedosas.


Não ando a gostar nada de uma coisa! O pai mau hoje meteu-me sozinho numa gaiola. Passa muito tempo a olhar para mim e de vez em quando fala-me num tom suave, como se eu entendesse o que ele diz.
Tenho já a minha nova fatiota e não é para me gabar mas que tenho cá um estilo que, ninguém duvide, dou um autêntico Adónis! O pai mau até já cá trouxe amigos dele que estiveram um data de tempo a apreciar-me. Sou mesmo bom!


Vem aí trabalho, os cotas aqui do canaril, disseram-me que eu e mais cerca uma dúzia de amigalhaços íamos participar em concursos onde estariam muitas centenas de canários. Já percebo agora o desvelo do pai mau para comigo, até para me agarrar o faz com tanto cuidado como se eu fosse uma valiosa peça de cristal. Tenho nesta já quase oito meses de vida.


Devemos estar perto do grande dia, hoje o pai mau deu-me banho com as próprias mãos, até que não foi muito mau, teve muito cuidado e não me foi nada para os olhos. Secou-me muito bem e meteu-me numa gaiola imaculada. Isto é que é qualidade de vida!

Fonte do texto e todas imagens dos belos canários.
http://canariosarlequimportugues.blogspot.com/

A Fauna e Suas Belezas !


AVES DO MEU TEMPO

smileys falando

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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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