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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Águia Imperial




Considerada extinta como reprodutora na década de 70 do século XX, a Aquila Adalberti é uma das espécies criticamente em perigo que ainda sobrevoam o continente português. A ave de rapina, que de asas abertas atinge os dois metros, gosta de construir os ninhos nas copas de sobreiros e azinheiras, tendo como terreno de caça o pasto e matagais das áreas de montado. Nidifica em Espanha, onde se contam 235 casais, e recomeçou a nidificar em Portugal em 2003, na Beira Baixa e no Alentejo. Por cá não vão além dos 5 casais, que tiveram necessidade de se expandir para este lado da fronteira, fruto dos projetos de conservação espanhóis. Já foram mais, mas nos últimos anos uma foi abatida no Alentejo e duas morreram eletrocutadas. Para evitar o seu declínio, o Instituto da Conservação da Natureza reforçou a monitorização, a correção de linhas de média tensão e a sensibilização junto de caçadores.



http://penatosambientalistas.blogspot.com/2010/10/aguia-imperial.html

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A Fauna e Suas Belezas !


AVES DO MEU TEMPO

smileys falando

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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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