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domingo, 27 de janeiro de 2013

Cacatua de Crista Amarela







Nome no BrasilCacatua de Crista Amarela
Nome em inglêsSulphur-crested Cockatoo
Nome científicoCacatua galerita
País de origemAustrália
Descrição

Sua plumagem é branca, destacando-se a crista de cor amarelada. As pernas, bico e olhos são pretos. Uma das características mais marcantes é sua exuberante crista que é erguida ou abaixada quando a ave está excitada ou alarmada. 
Comprimento: 35 cm 
Expectativa de vida: 70 anos
Características

Esta ave é inteligente e curiosa. Como todas as cacatuas é bastante barulhenta e grita enquanto voa. É um pássaro roedor de madeira e seu bico forte destrói pequenos troncos sem grandes problemas. Reservada, mas pode se acostumar com o dono se for tratada com paciência e carinho.
Cuidados básico

Alguns cuidados com as aves devem ser diários, como a troca da água e a limpeza do viveiro. Os comedouros devem ser limpos regularmente para evitar a formação de bolor, causada por restos de alimentos. Muitas aves adoram se banhar e essa prática faz bem à saúde do animal. Portanto, é recomendado deixar à disposição uma banheira com água sempre limpa, para que se refresque. Quando estiver calor, borrife água nas suas penas, pois na natureza esta ave vive em ambientes muito úmidos.
Alimentação

A ração para qualquer ave deve ser muito bem balanceada. Existe no mercado uma grande variedade de marcas e composições específicas para cada espécie. O armazenamento do alimento deve ser feito com cuidado mantendo as devidas condições de ventilação e higiene. Para esta espécie, é recomendado adicionar frutas e sementes à dieta.
Espaço para criação

Instalações adequadas são ideais para o bom desenvolvimento da espécie. Uma gaiola grande sem vigamento de madeira, para que não destrua o poleiro.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Aves do Pantanal







O que mais irradia exuberância são as aves em geral, encontradas por toda parte sempre em bandos numerosos, nas baías e corixos, nos ninhais ou em grandes armações de vôo.

     As aves são os animais que apresentam temperatura corporal mais elevada, mantida pela rápida circulação de seu sangue e por sua cobertura de penas que funciona como revestimento isolante, que é uma substância de que é composta a ceratina. O mesmo material córneo que forma as escamas dos répteis e as nossas unhas.

           As características que distinguem as aves dos outros animais estão quase sempre ligadas as penas. Na realidade, o simples fato de possuir uma pena é suficiente para definir uma criatura como ave.

 



      Todas as aves nascem de ovos, ricos em material nutritivo e envoltos em casca calcária resistente, são incubados em ninhos especialmente construídos, na época da reprodução. A incubação dos ovos - cujo número varia segundo as espécies - pode estar a cargo do casal, da fêmea ou do macho. Os filhotes podem nascer prontos para se locomoverem e se alimentarem sozinhos (nidífugos) ou os filhotes que nascem precisando permanecer no ninho por bastante tempo, sendo alimentados e cuidados pelos pais (nidícolas).



        O olfato pouco desenvolvido parece cumprir uma função secundária em quase todas as aves. A audição, ao contrário, é muito sensível e a visão é notavelmente eficaz, em geral com a percepção das cores (especialmente nas aves diurnas), grande campo visual e às vezes visão binocular.

        Seus hábitos alimentares e distribuição territorial são muito diversificados e intimamente ligados às modificações ocasionadas pelo regime das águas.









       De uma maneira geral, as aves da região não oferecem perigo e costumam a fugir com a excessiva proximidade dos observadores. Algumas se tornam agressivas quando estão procriando, como as gaivotas que podem atacar bicando quem se aproximar de seus ninhos feitos no chão, em bancos de areia, ou os quero-quero que avançam com as asas abertas, providas de esporões, contra quem representar ameaça à sua prole.



        No mundo existem cerca de 8.700 espécie de aves pertencentes a 25 ordens, e segundo alguns autores, este número pode ser maior. A maior concentração se dá na América do Sul, com aproximadamente 2.930 espécies. O Brasil conta com 23 ordens, representadas por 86 famílias e umas 1.590 espécies.

        Existem uma média de 650 espécies de aves na região do Pantanal.






        As aves especialmente as aquáticas, são as mais adaptadas às condições ambientais da região do Pantanal. Devido a sua grande facilidade de deslocamento podem aproveitar ao máximo os ciclos de "enchentes" e "vazantes". As variações climáticas e hidrológicas do Pantanal determinam o comportamento alimentar e reprodutivo, não apenas das aves, como de toda a fauna. Os fatores que condicionam o período da reprodução são principalmente a disponibilidade de recursos alimentares e de sítios de nidificação.



Fonte Texto e Imagens:http://www.pantanalms.tur.br/aves.htm





terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Ave rara da Amazônia







Ave rara da Amazônia é redescoberta depois de 45 anos e reforça a necessidade de se criar uma unidade de conservação no Pará.

    Campinas - Após 45 anos sem registros científicos, uma ave da Amazônia foi novamente localizada, fotografada e capturada pelos ornitólogos Fábio Olmos e José Fernando Pachedo, durante um levantamento realizado ao longo da rodovia Cuiabá-Santarém, no Pará. A ave havia sido coletada uma única vez, em 1957, no rio Cururu, no sudoeste do estado, pelo famoso ornitólogo Helmut Sick, autor de livros básicos sobre aves brasileiras. Recebeu o nome comum de dançador de coroa dourada (devido à dança de acasalamento executada pelos machos) e o nome científico de Pipra vilasboasi, em homenagem aos irmãos Villas-Bôas.



   Os cinco exemplares coletados por Sick serviram para a descrição da espécie, feita em 1959, e se encontram no Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Nenhum outro pesquisador havia conseguido localizar novamente a ave, apesar de terem sido feitas várias tentativas, e chegou-se a cogitar que os exemplares coletados por Sick eram híbridos, resultantes do cruzamento de duas espécies do mesmo gênero, com distribuição geográfica parcialmente sobreposta: Pipra iris, que vive mais ao norte e a leste, na direção de Belém, e Pipra nattereri, que vive para o sul e a oeste, na direção de Rondônia. O fato de termos localizado um casal, a 200 km do rio Cururu, enfraquece a hipótese de estarmos tratando de um híbrido”, esclarece Fábio Olmos, colaborador da Birdlife Brasil, assim como Pacheco. “De qualquer forma, vamos comparar o DNA da ave coletada com os exemplares do Museu Nacional e com o material genético dessas duas outras espécies, para ter certeza”.  A ave coletada é um macho, capturado numa rede de neblina logo no dia seguinte da primeira visualização. “Vimos o macho tomando sol, pousado na beira da mata do assentamento Jamanxim, no município de Novo Progresso”, conta Olmos. “Foi uma surpresa, não esperávamos encontrar esta espécie ali, num ambiente bastante alterado pela extração de madeira”. Logo depois, os dois ornitólogos avistaram também uma fêmea, pousada junto com outra ave do mesmo gênero e decidiram armar uma rede de neblina para capturar um exemplar. Montaram a rede ao amanhecer e, logo às 9 da manhã, o macho caiu, possibilitando a confirmação da redescoberta.   A ocorrência da ave reforça a necessidade de criação de uma unidade de conservação naquela região, justamente uma das prioridades apontadas no workshop de áreas prioritárias para a proteção da biodiversidade amazônica, realizado em Macapá, no Amapá, em 1999. Ao longo de toda a BR-163 (Cuiabá-Santarém) existem propriedades agrícolas, dispostas no sistema conhecido como “espinha de peixe”, que favorece a degradação das reservas legais, pequenas e dispersas. As únicas áreas protegidas são áreas indígenas e florestas nacionais, que não têm a conservação de espécies como objetivo principal.   “A maioria das áreas de floresta já foi explorada e a retirada da madeira agora se estende para as reservas legais, com a constituição de pastagens, em quase todas as áreas abertas”, acrescenta Olmos, que estava realizando um levantamento da avifauna para o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) da pavimentação da BR-163. “Embora sejamos especialistas em aves, observamos também a ocorrência de algumas espécies de mamíferos ameaçados de extinção, como o macacao aranha de testa branca (Ateles marginatus) e diversas espécies de sagüis, muito mal conhecidas. Além disso, sabemos que existem muitas espécies endêmicas, de periquitos e de papagaios, como o papagaio careca, justificando a criação de uma unidade de conservação”.

http://www.achetudoeregiao.com.br/animais/pipra_vilasboasi.htm

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Guarás





                                               Floresta dos Guarás – Maranhão – Brasil




O litoral maranhense é o segundo mais extenso do Brasil. É caracterizado por ser bastante recortado, com inúmeras baías, ilhas, pontas e foz de rios, o que proporciona a proliferação de manguezais. As áreas de mangue possuem características bem definidas, como: solo lamoso pobre em oxigênio, mas muito rico em nutrientes; predomínio de vegetais halófilos e presença de grande biodiversidade. Além disso, é considerado um dos ecossistemas mais férteis e diversificados do Planeta.

Com todos esses atrativos e sendo o Maranhão o maior detentor desse ecossistema na região norte-nordeste (cerca de 85%), o manguezal maranhense torna-se um refúgio para as mais diversas espécies de aves, tanto residentes quanto migratórias.

Entre as aves residentes, destacam-se os guarás (Eudocimus ruber), aves de cor avermelhada (resultado de uma alimentação rica em crustáceos e carotenóides) e que são consideradas umas das mais belas aves brasileiras. Tem como habitat natural os mangues, devido, principalmente à sua dieta rica em caranguejos e camarões e ao fato de construir seus ninhos em vegetações densas. No Maranhão, existe a Floresta dos Guarás, uma formação florestal onde se encontram alguns dos mais extensos e bem conservados manguezais do Nordeste e, também, um ponto de grande concentração de ninhais e dormidouros dos guarás.


http://rafaelocremix.wordpress.com/2010/04/10/blog-da-mutual-o-manguezal-maranhense-e-a-diversidade-de-aves/

Recomeçando


A Fauna e Suas Belezas !


AVES DO MEU TEMPO

smileys falando

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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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