Seguidores

segunda-feira, 20 de março de 2017

Ema







Nome Científico: Rhea americana
Família: Rheidae
Ordem: Struthioniformes
Distribuição: A família Rheidae é endêmica da América do Sul. A Ema é avistada, portanto, no Sul do Pará, Nordeste (em direção ao Maranhão), Vale do São Francisco, Sul e Centro-Oeste do Brasil. Nos países vizinhos é encontrada no Paraguai, Bolívia, Argentina e Uruguai.
Habitat: Campos, pampas, plantações, cerrados, savanas de cupins e varjões com buritirana, no Sudeste do Pará. Também é avistada em campos litorâneos, próximo à orla marítima.
Alimentação: Onívora, alimenta-se de folhas verdes, frutos e sementes, além de insetos e pequenos invertebrados. Uma curiosidade: costuma ingerir pedrinhas para ajudar na trituração dos alimentos.
Reprodução: Em geral o ninho é feito no chão. Ele é compartilhado por todas as fêmeas do macho (o número pode variar entre 2 e 12 emas). O número de ovos, em geral, fica entre 10 e 12 unidades a cada ninhada. O pai é quem cuida dos ovos, que eclodem todos de uma vez. A partir daí, a tarefa de cuidar dos filhotes é dividida entre os casais. Mas ao macho fica destinada a tarefa da proteção (sobretudo em função dos ataques de lagartos).
Maior ave das Américas - chega a medir entre 1,34 e 1,70 metros, e a pesar de 34,4 kg (macho) a 32 kg (a fêmea) - a Ema é um animal extremamente campestre, que vive em grandes grupos familiares (que podem ter de 6 a 60 indivíduos).



Mas por conta da perda de seu habitat (para culturas de soja, trigo e milho) e também devido à caça, ela teve um forte declínio de sua população em três regiões do Brasil: Nordeste, Sudeste e Sul. Felizmente, no Centro-Oeste e no Pantanal, a ema convive bem com os fazendeiros de gado (uma vez que limpa o pasto de pragas).
Na natureza essa ave pode atravessar rios a nado quando perseguida ou mesmo correr a 60 km/h em ziguezague. Apesar desse comportamento arredio, costuma ser criada facilmente em cativeiro.
A exemplo das Seriemas, têm plumagem mimética (quando sua cor adquire a configuração do meio em que vivem). Os machos se diferenciam por ter a base do pescoço, o peito anterior e a parte mediana do dorso anterior nas cores negras.





http://animal-planet-brasil.blogspot.com.br/2010/07/ema.html

Pintassilgo Americano (Carduelis tristis):







Origem: Canadá, Estados Unidos.
Esperança de Vida: ?
Nome Científico: Carduelis tristis.
Família: Fringilidae.
Gênero: Carduelis.
Tamanho: 11 para 13cm.
Diâmetro da Anilha: 2,5mm.
Ninho: Taça.



Inverno
O ano todo
Verão

Temperamento:
É uma ave social podendo junta-la à outras aves em um viveiro comunitário, podendo apresentar um comportamento territorialista somente na época reprodutiva, mas essa agressividade dura pouco tempo.

Descrição:
O pintassilgo americano mede entre 11 e 13cm de comprimento e com uma envergadura entre asas de 19 a 22cm. Pesa entre 11 e 20 gramas. O bico é pequeno, cônico e rosado a maior parte do ano, mas torna-se alaranjado na muda da primavera, em ambos os sexos. A forma e o tamanho do bico ajudam-no na extração de sementes de cardos, girassóis e outras plantas que compõem o seu regime alimentar. O dimorfismo sexual que afeta a cor da plumagem é mais notório depois da muda da primavera, quando o macho se cobre de cores vivas para atrair a fêmea.

Alojamento:
Pode criar pintassilgos num viveiro espaçoso ao ar livre ou num viveiro ou gaiola em recinto fechado. É importante que o alojamento possua plantas em abundância, para que as aves se sintam mais confortáveis. As plantas perenes são as mais apropriadas.

Alimentação:
O pintassilgo americano é granívoro e está bem adaptado para o consumo de sementes, sendo elas o alpiste, aveia, nabão, painço nacional, perila e senha, devendo-se complementar a dieta com frutas como maçã e pera, legumes como jiló, maxixe, milho, pepino e verduras como agrião, alface, almeirão, brócolis, chicória, couve, espinafre, mostarda e rúcula, além da farinhada de ovo e alimento vivo como tenébrio, não esquecendo também da areia mineralizada e do osso de siba.

Estado de Conservação na Natureza:


http://hobbydospassaros.blogspot.com.br/2015/07/pintassilgo-americano-carduelis-tristis.html

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

AVES AMEAÇADAS



 Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas em escala global é elaborada pela IUCN (sigla em inglês para União Internacional para Conservação da Natureza) e avalia o estado de conservação das espécies por mais de quatro décadas, com o objetivo de destacar os táxons ameaçados e promover a sua conservação. Essas informações tornam a tomada de decisão mais clara e objetiva, elevando-a de um nível local para global. A Lista Vermelha divide as espécies em categorias: Extinta (EX), Extinta na Natureza (EW), Criticamente ameaçada (CR), Em Perigo (EN), Vulnerável (VU), Quase Ameaçada (NT), Pouco Preocupante (LC) e Deficiente em Dados (DD).

Periquito-cara-suja (Pyrrhura griseipectus) - CR Foto: Ciro Albano
Periquito-cara-suja (Pyrrhura griseipectus) – CR
Foto: Ciro Albano
A BirdLife International é a autoridade em aves para a lista vermelha da IUCN, fornecendo a cada ano as categorias e documentação detalhada de todas as aves do mundo. O Brasil é o país com o maior número de espécies ameaçadas no mundo, com 166 espécies de aves globalmente ameaçadas de extinção, o que representa 12% das aves ameaçadas do planeta. A SAVE Brasil vem trabalhando com o desenvolvimento de ações conservacionistas no país para reverter este quadro. Até o momento 65 espécies de aves foram beneficiadas direta ou indiretamente pelos projetos da SAVE Brasil.

Para fazer uma busca por espécie, consulte o site da IUCN:

http://www.iucnredlist.org/

Para ver a lista das espécies brasileiras globalmente ameaçadas, clique aqui.

Além das aves consideradas globalmente ameaçadas, também há espécies, que apesar de não estarem em situação preocupante mundialmente, podem estar ameaçadas dentro do Brasil. Para saber quais são essas espécies consulte:

http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/lista-de-especies.html

terça-feira, 19 de julho de 2016

Aves raras


Aves raras são registradas por veterinário em Mogi das Cruzes
Entre as espécies estão o bicudinho-do-brejo-paulista e a araponga.
Macuco se deixa observar por quase 30 minutos




Jefferson Renan de Araújo Leite é médico veterinário. Quando não está cuidando dos animais, tem por hábito observá-los e registrá-los com a câmera fotográfica. Aos finais de semana, o morador de Mogi das Cruzes (SP) divide com os amigos o prazer de contemplar a natureza.
Os registros renderam um grupo em uma rede social, onde Jefferson e os colegas compartilham a aventura de avistar novas espécies.
Para o Você no TG, o veterinário enviou as imagens do bicudinho-do-brejo-paulista (Formicivora paludicola), espécie recém-descoberta, mas já criticamente ameaçada, assim como a jacutinga (Aburria jacutinga) e a araponga (Procnias nudicollis), registradas no distrito de Taiaçupeba, em Mogi das Cruzes.
Duas imagens, porém, são especiais para ele: a do macuco (Tinamus solitarius) e a do caburé-acanelado (Aegolius harrisii). “O macuco ficou por quase 30 minutos próximo a mim e mais dois amigos. Deitamos no chão e começamos a fotografá-lo”, explica. “O caburé-acanelado foi flagrado após um acidente com o ninho e três filhotes, o que ocasionou uma mobilização para tentar salvá-los”, conta.






Montagem jefferson (Foto: Jefferson Renan de Araújo Leite )
Macuco, jacutinga, caburé-acanelado e bicudinho-do-brejo-paulista: histórias especiais
Faça como Jefferson Renan de Araújo Leite: 


http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/vc-no-terra-da-gente/noticia/2016/01/aves-raras-sao-registradas-por-veterinario-em-mogi-das-cruzes.html

..


A Fauna e Suas Belezas !


AVES DO MEU TEMPO

smileys falando

.

.
Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

.

.
.

...

...
"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
Related Posts with Thumbnails