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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Aves exóticas





O lório arco-íris (Trichoglossus haematodus) é uma espécie de papagaio encontrada na Austrália, leste da Indonésia, Papua Nova Guiné, Nova Caledônia, Ilhas Salomão e Vanuatu. Na Austrália, é comum ao longo da costa leste. Seu habitat natural são florestas tropicais, florestas litorais e outras zonas florestais.
Várias aves tradicionalmente listadas como subespécies do lório arco-íris estão cada vez mais sendo consideradas espécies separadas. Pouca coisa distingue visualmente o macho da fêmea do lório, no entanto, para um observador atento à sua coloração e comportamento, o dimorfismo é facilmente perceptível.











Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari), também conhecida como Arara Índigo, é um grande papagaio azul brasileiro membro de um grande grupo de papagaios neotropicais conhecido como araras.A espécie foi descrita pela primeira vez por Charles Lucien Bonaparte em 1856. A arara-azul-de-lear tem 70 a 75 cm de comprimento e pesa cerca de 950 g. Suas penas são de um azul metálico com um toque fraco e muitas vezes pouco visível de verde, com uma mancha amarela no bico preto. Esta arara é rara

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Aves em Liberdade






Normalmente os animais silvestres não são cuidados da forma adequada, já que ficam em espaços reduzidos e comem alimentos inapropriados, e pelo convívio com os seres humanos estão sujeitos a doenças que para os animais são fatais. Por outro lado, existe o risco de ataques e de transmissão de inúmeras doenças por parte desses animais em relação aos seres humanos.

Algumas estatísticas apontam que noventa por cento dos animais traficados morrem antes de chegar ao seu destino final, principalmente devido às condições inadequadas em que são transportados em ônibus e em carros particulares. “Em casos em que o Comando de Polícia Ambiental, averigua, após informações do Linha Verde, já verificamos que em sua maioria os animais não chegam vivos aos seus destinos, principalmente pelo mau tratamento recebido durante o transporte, que geralmente é feito de maneira irregular e em gaiolas muito pequenas”, explica o comandante Vidal, do CPAm.

Muitas vezes os animais ficam escondidos em caixotes ou em malas sem iluminação e ventilação, além de passarem dias sem tomar água ou ingerir qualquer alimento. O traficante muitas vezes faz o animal ingerir drogas ou bebidas alcoólicas, para fazê-lo parecer manso e torná-lo mais comerciável, e outras vezes ele o mutila ou cega. Os pássaros têm as asas cortadas para não poderem fugir e têm os olhos furados para não enxergarem a luz do sol e por conseqüência não cantarem, o que despertaria a atenção da fiscalização, ao passo que outros animais têm as suas garras e dentes serrados para se tornarem menos perigosos.

Na verdade, por conta da globalização e das altas cifras envolvidas o tráfico da fauna silvestre se modernizou e passou a adotar as mesmas estratégias e rotas do tráfico de drogas. Para se ter uma idéia, basta dizer que a arara-azul-de-lear custa sessenta mil dólares, um Melro chega a ser vendido por dois mil e quinhentos dólares. O valor dos pássaros é variável por conta da raridade de sua localização e pela qualidade do canto.

 O QUE PODEMOS FAZER ?

A luta em prol da preservação da nossa fauna e flora silvestres, já envolve, felizmente, um grande número de pessoas conscientizadas e de organizações. Para ajudar as autoridades e a própria natureza, o projeto Linha Verde, do Disque Denúncia, vem disponibilizando seus telefones 2253 1177 (capital) ou 0300 253 1177 (interior, custo de ligação local) a fim de que a população possa denunciar qualquer crime ambiental com a certeza do anonimato garantido. Denunciando guarda e comércio de animais silvestres, você contribui para que essas aves se mantenham em seus habitats naturais. O lugar deles é na natureza e não em gaiolas.

sábado, 18 de novembro de 2017

CANÁRIOS BELGAS




Existem mais de 400 cores de canários reconhecidas no mundo. Mas é a amarela, da linhagem belga, a mais popular por aqui. A busca por novas e diferentes tonalidades e combinações é um dos principais objetivos de boa parte dos criadores, que também se interessam pela definição do porte do pássaro. Apresentação em exposições e melhoramento genético da raça são outras finalidades da criação comercial do canário, que ainda desperta a atenção pelo seu belo canto.


A origem do canário-belga é, obviamente, a Bélgica. No entanto, apenas a linhagem a que ele pertence é que veio de lá, pois os antepassados dos exemplares dessa e de outras variedades têm raízes nas ilhas Canárias, um arquipélago do Atlântico junto ao continente africano. Os canários-do-reino, por exemplo, são da mesma espécie do belga, mas ganharam essa denominação por que as aves costumavam chegar ao Brasil vindas do 'reino' de Portugal. Já o canário-da-terra, sim, faz parte de uma outra espécie, nativa do Brasil.

Pertencente à família dos Fringilídeos, o canário-belga mede entre 14 e 15 centímetros da ponta do bico à extremidade da cauda. A cabeça é pequena e estreita, as pernas longas, o peito arredondado e cheio. A plumagem é compacta e lisa, sem frisos. Como é um animal de origem estrangeira, a criação não precisa de autorização do Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis.


O canário não dá trabalho. Exige pouco espaço, e sua criação pode ser mantida na cidade ou em áreas rurais, servindo até como terapia para algumas pessoas. Entretanto, como é pequeno e frágil, demanda cuidados no manejo. Quando em grupo, os pássaros podem ser acomodados em viveiros; casais podem ficar em gaiolas separadas. As gaiolas mais recomendadas são as de arame galvanizado, que podem ser encontradas facilmente no varejo.

Apesar de vulneráveis a doenças respiratórias, os canários logo se curam se prontamente tratados com medicamentos vendidos em lojas especializadas. Mas é preciso separar o pássaro doente, no caso de enfermidades mais prolongadas. É recomendável manter limpo o local de criação e fora do alcance do sol e do vento. Para evitar acúmulo de sujeira e falta de ventilação, mantenha a posição da gaiola a dois centímetros da parede.






http://www.criadourobelasaves.com.br/canarios-belgas-as-mais-belas-aves-vc-encontra-aqui-no-criadouro-belas-aves

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Como saber o sexo da sua calopsita? Como saber se é fêmea ou macho?


A maioria das mutações (colorações) apresenta dimorfismo sexual, isto é, consegue-se identificar o sexo visualmente, porém, apenas após a primeira muda de penas, quando então o macho sofre alterações na cor das penas, enquanto a fêmea não.
A cor cinza (silvestre) é o que melhor apresenta disformismo sexual, isto é, consegue-se identificar o sexo pelo fenótipo (visual) da ave, através da cor de suas penas.  A partir dos 5 meses de vida, o macho passa a ter aos poucos a cor cinza das penas do rosto substituidas pelo amarelo, e as penas do rabo perdem o rajado, sendo substituidas pela cor cinza, completando esse processo ao cabo de 1 ano de idade aproximadamente). As penas nas fêmeas não sofrem alteração.  Isso ocorre nas mutações cara branca, pérola, canela.  As únicas mutações que não ocorre alteração na cor das penas são o Cara Branca-Lutino e os Arlequins.
Além disso, algumas peculariedades de comportamento podem indicar o sexo. Geralmente são os machos que assobiam, cantam e podem até imitar palavras, e essas características podem ser percebidas a partir dos 4, 5 meses de vida.   As fêmeas podem até emitir algum assobio, canto, mas os machos são mais vocalizados. 
Para sabermos com segurança o sexo da ave podemos recorrer ao exame de "Sexagem pelo DNA" que gera resultados de alta confiabilidade em aves de qualquer idade, através da Bilogia Molecular. 
Muito procurado por criadores que precisam determinar o sexo, seja para formar um casal e gerar filhotes, ou apenas para tirar dúvida, é um exame que vem sendo realizado cada vez mais pela facilidade em colher o material e pelo preço do exame. 
O exame pode ser feito através da extração de 4 a 6 penas do peito da ave, ou do sangue através do corte de unha.  O resultado sai rápido e ainda vem acompanhado de certificado da sexagem. Laboratórios costumam cobrar em torno de R$ 13,00 para a realização do exame. Você mesmo pode coletar o material e enviar ao laboratório especializado ou seu veterinário pode fazer isso por você no ato da consulta.
As penas que caem naturalmente não servem para o exame de sexagem porque contém pouco material genético.  A pena solta-se sozinha porque o folículo que a gerou sofre uma morte programada das células que a seguram, daí a base da pena solta está cercada de células mortas, que não tem muito material de DNA.  Quando arrancamos a pena, a base vem cercada de células vivas, com bastante DNA.






Como saber o sexo dos Lutinos e Lutinos-pérola.
Os Lutinos tem essa cor predominante branca perolada, com a cabeça amarela, meio carequinha na cabeça(por falha de genética) e suas bochechas são mais cor laranja vibrante.
Quanto ao sexo Lutinos tem 75% de chances de ser fêmea...Se tiver sorte pode ser macho..certeza só com o dna..

Você  solicita o dna pelo laboratório tira 5 penas do peito da ave e manda por correio para o laboratório o resultado te mandam por email..
Fácil e pratico...se for comprar outra da mesma espécie eu sugiro a comprar manso também. e evite comprar outro Lutino não se deve cruzar ino & ino..

Galera, quero anunciar o novo integrante da minha familia... Um Lutino. O nome dele é Thor. Ele chegou hoje em casa, saudável porém, ainda está acostumando com o ambiente. Assim que estiver acostumado postarei as fotos e tudo sobre ele!
Então.. até a proxima!
bjks


http://amamoscalopsita.blogspot.com.br/2013/07/como-saber-o-sexo-da-sua-calopsita.html

A Fauna e Suas Belezas !


AVES DO MEU TEMPO

smileys falando

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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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