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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Aves exóticas, como os Periquitos Australianos






Animais exóticos são aqueles originados de outros países, ou seja, são todos aqueles cuja distribuição geográfica não inclui o território brasileiro. As espécies ou subespécies introduzidas pelo homem, inclusive domésticas, que se tornaram selvagens, também são consideradas exóticas. Além daquelas que tenham sido introduzidas fora das fronteiras brasileiras ou em suas águas jurisdicionais e que entraram em território brasileiro.

O periquito australiano, ou periquito comum (Melopsittacus undulatus), é uma espécie de ave exótica psitaciforme, pertencente à família Psittacidae. Foi descrito pela primeira vez em meados de 1700, na Austrália, denominado pelos nativos da época por betcherrygah ou “boa comida”. Hoje, é uma das aves mais populares mundialmente.

Os periquitos são de constituição robusta e de criação muito fácil, pouco sujeitos a doenças. Sua criação constituí uma distração encantadora e a venda de seus numerosos filhotes permite o retorno das despesas feitas com esse magnífico entretenimento. A partir da cor verde claro e cabeça amarela, original da espécie, são selecionadas várias outras. Hoje, podemos encontrar mais de 200 tipos de variações.




A partir da cor verde claro e cabeça amarela, original da espécie, podemos encontrar mais de 200 tipos de variações de cores.



Além de ser bonito e possuir cores múltiplas, o periquito australiano é um excelente reprodutor, companheiro prazeroso e, quando bem tratado, se torna comunicativo e brincalhão. Muito carinhoso, se tiver companhia, se mostra feliz e agitado. Faz do seu dono um grande companheiro, exigindo atenção e retribuindo com sua fidelidade e amizade.

A paixão pelas aves, segundo vários relatos, acontece geralmente na infância, quando a criança pega gosto pela criação. E o mais interessante, nessa época, é fazer suas próprias experiências e, a cada momento, surpreender-se com a gama de coloridos novos que surgem no seu viveiro de reprodução. Os periquitos são uma das duas únicas especies psitaciformes verdadeiramente domesticadas, alvo de seleção e reprodução em cativeiro desde 1985.

Para os apaixonados pelos periquitos, o CPT - Centro de Produções Técnicas, elaborou o curso “Criação de Periquitos Australianos – Padrão Inglês”, no qual você estará recebendo informações do Dr. Renato Azevedo Uchôa, criador de periquitos há 34 anos, juiz da OBJO – Ordem Brasileira de Juízes de Ornitologia.

Se você escolheu ter um animal silvestre como bichinho de estimação, saiba que isso requer responsabilidade quanto aos cuidados necessários à criação do mesmo. Deve-se repeitar o comportamento do animal, cuidar da alimentação, saúde, oferecer um abrigo adequado e respeitar a legislação para criação.


Fonte: CPT – Centro de Produções Técnicas seja citado como fonte, remetendo para o site da instituição: www.cpt.com.br

sábado, 29 de julho de 2017

Sanhaço papa laranja




Nome Científico: Thraupis bonariensis
Sanhaço papa laranja


Família: Thraupidae

Ordem: Passeriformes

Distribuição: No Brasil, do Paraná até o Rio Grande do Sul. Ocorre também na Argentina, Paraguai, Chile e Equador.

Habitat: Matas de galeria e capões.

Alimentação: Essencialmente frugívoro. Mas também consome verduras e legumes. Já foi avistado alimentando-se de inflorescências de eucalipto, além de folhas de mamão e chuchu.

Reprodução: O ninho é construído em forma de taça, feito à base de sisal, fibra de coco e raiz de capim. A cada reprodução a fêmea põe, em média, de 2 a 4 ovos. Após 13 dias, os filhotes nascem. Eles vão atingir a maturidade sexual aos 12 meses. Depois serão, em média, de duas a três ninhadas por temporada (normalmente entre a Primavera e o Verão).

O sanhaço-papa-laranja também conhecido como sanhaço-amarelo e papa-ameixa, é de um colorido que não passa despercebido. E a razão é simples: a cabeça e as asas são azuis, o dorso é negro, o peito laranja e o abdômen amarelo-claro. Em resumo, é quase um arco-íris de asas.

De quebra ainda tem uma máscara-negra no entorno dos olhos. A fêmea do sanhaço-papa-laranja, por sua vez, é verde-pardacenta, com o lado inferior mais claro. Não estivesse ao lado de macho, que a distingue, seria até difícil de identificá-la, de tão comum que é sua plumagem.

O canto do sanhaço-papa-laranja tem uma sequência simples e não acelerada. Quando cai a madrugada, costuma ter uma vocalização um pouco mais complexa.

Fonte do texto e Imagem
http://passarinheiros.blogspot.com/

Conheça 4 aves exóticas para criar em casa ou na fazenda.


Pavões, cisnes, falcões e faisões podem ser usados de forma decorativa.






Tanto pela carne ou até para combater pragas.


1- Pavão.
Nada mais sofisticado do que um pavão, com suas penas inconfundíveis. A beleza do colorido vibrante e natural faz da plumagem do pavão um dos principais produtos de venda para quem cria a ave para fins comerciais.

Tanto os animais vivos são procurados para ornamentar chácaras, sítios, parques e jardins de estabelecimentos públicos, quanto as penas que caem na época da muda servem para decorar ambientes, adornar objetos e compor fantasias, principalmente no período do Carnaval.

Fácil de lidar, o pavão é dócil e adapta-se bem à vida no cativeiro quando o manejo é adequado. Clique aqui para aprender como criar a ave.

2- Cisne
Os cisnes também são aves decorativas bastante requisitadas. Elegante, é uma espécie fácil de lidar, graças a sua rusticidade, e a criação apresenta baixo custo e pode se tornar lucrativa mesmo para quem não tem experiência no ramo.

Embora não seja tão dócil quanto outras aves, sobretudo quando se sente ameaçado e durante a época de reprodução, o cisne não exige muitos cuidados. Alimento, pastagem, um pequeno abrigo à margem de um lago e aplicação de vermífugos uma vez por ano são condições mínimas para o manejo de um casal. Comece sua criação clicando aqui.

3- Faisão
Com carne branca, leve e saborosa, o faisão também tem outros usos comerciais. As plumas de coloração exuberante, os ovos nutritivos da espécie e até o esterco, utilizado como fertilizante agrícola, são potenciais geradores de renda.

A criação de faisão adapta-se bem a áreas pequenas, como viveiros em sítios e em quintais de residências. As instalações necessárias são simples e podem ser feitas de materiais rústicos ou já existentes na propriedade. Confira o que é necessário para cria-lo aqui.

4- Falcão
Como medida de segurança, os aeroportos Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), e da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), adotaram falcões para evitar incidentes nos pousos e decolagens de aeronaves. Treinadas, as aves de rapina capturam no entorno das pistas pica-paus, quero-queros, pombos, corujas e outros animais que oferecem risco de colisão com as turbinas dos aviões.

Outra atividade que se vale das habilidades destes pássaros é o controle de pragas urbanas e rurais, indicando um comércio em potencial para quem se dedica ao manejo. Trata-se de uma alternativa eficiente, por exemplo, no combate a infestações de pombos em silos e armazéns, espantando os invasores sem matá-los.
Veja aqui dicas sobre sua criação.



http://revistagloborural.globo.com/vida-na-fazenda/como-criar/noticia/2015/07/conheca-4-aves-exoticas-para-criar-em-casa-ou-na-fazenda.html


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Calopsitas

Tipos e Raças



Lutina:

   Ave branca apresenta ausência de melanina, por essa razão o bico e pés são rosados e olhos avermelhados. A sua coloração vai desde uma coloração no corpo quase branca até um amarelo forte.  Existe ainda a combinação do lutino com outras mutações, surgindo então Lutino-Pérola, Lutino-Arlequim, Lutino-Canela, etc. Algumas ave lutinas e albinas apresentam uma falha de penas logo abaixo do topete, que é uma herança de falha genética.




 Cinza:

A variedade original, encontrada na natureza, tem o corpo cinza com as bordas das asas brancas. A crista do macho é amarela sobre uma cabeça amarela e, na fêmea, cinza amarelado com a cabeça cinza. Ambos têm as "bochechas" formadas por uma mancha vermelha, circular, em cada lateral da cara, de tom mais suave na fêmea. A cauda é totalmente negra no macho e na fêmea intercala negro com amarelo na parte de baixo.
No macho adulto, a cabeça é amarela, com duas manchas circulares laterais (bochechas) de cor vermelha, crista amarela, corpo revestido com penas de cor cinza, com o dorso mais escuro, bordas das asas brancas e cauda negra.
A fêmea adulta apresenta a mesma coloração dos filhotes. O corpo é de cor cinza, cabeça também cinza com as bochechas de cor vermelha mais suave, crista cinza-amarelada, bordas das asas brancas e face interior da cauda estriada de amarelo e preto, com penas laterais externas amarelas. Em ambos os sexos, os olhos são marrons, o bico cinza escuro e as pernas e pés, cinza escurecido.

Perola:


Surgiu pela primeira vez na Alemanha Ocidental em 1967. É uma mutação que afeta as penas individualmente (há uma falta de melanina no centro de cada pena, individualmente), fazendo com que haja uma falta de coloração uniforme, resultando em penas com coloração em forma de "concha". São aves extremamente vistosas, sendo que o padrão básico pode variar bastante. De modo geral, mostram as duas manchas laterais à cabeça, as faces são amarelas salpicadas de cinza, e a crista amarela riscada de cinza. As penas das costas exibem um padrão “escamado”, resultante da ausência de melanina no seu centro, podendo a cor desta parte das penas variar do branco ao amarelo. As penas das asas são cinza, com faixas amarelas. A cauda é amarela, e o peito e a barriga, listrados de amarelo e cinza. As fêmeas carregam o perolado nas costas, asas, nuca e cabeça, com uma concentração maior nas costas. Os machos adultos podem perder totalmente o perolado, principalmente na cabeça e na nuca.


   Arlequim:
É a mutação mais antiga, surgida nos EUA em 1949. Mutação que causa alteração ou disrupção da coloração normal em áreas randômicas. Esse padrão é extremamente variável, podendo apresentar aves bastantes semelhantes ao normal até aquelas com poucas áreas de cor cinza, predominando o amarelo claro e apenas algumas penas de coloração cinza. A cabeça exibe um amarelo forte, bochechas vermelhas e crista amarela. Idealmente, uma arlequim deve mostrar 75% de penas com ausência de melanina e 25% com presença. Um arlequim puro possui, idealmente, uma máscara “limpa”, livre de manchas cinzas, uma cauda limpa e asas de vôos com um balanço igual de marcas, com simetria perfeita. Nesse padrão, é virtualmente impossível a distinção de sexo (uma vez que a marcação arlequim obscurece as diferenças de plumagem), só sendo possível no caso em que a fêmea apresente barras na parte inferior do rabo. São reconhecidas quatro classificações de arlequim: claro (ou light, com 75% ou mais de melanina), escuro (ou heavy, com apenas 25% de melanina), reverso (ou reverse, com marcações apenas nas asas de vôos, tendoo restante do corpo sem melanina) e limpo (ou clear, um pássaro totalmente amarelo ou branco; é também chamado de lutino com olhos pretos).
 Canela:

Também conhecida como Isabelino, surgiu pela primeira vez na Bélgica, em 1960. As aves são semelhantes ao padrão normal, com exceção da alteração na coloração da melanina, produzindo uma coloração marrom-claro (ou canela). Também as pernas e os olhos são de coloração mais clara. Os machos adultos são um pouco mais escuros que as fêmeas (em razão da maior presença de melanina). Algumas fêmeas podem ter mais amarelo na face do que os machos, além de apresentarem o barramento típico sob as asas da cauda.





         
  Cara branca: 
O padrão Cara Branca surgiu na Holanda por volta de 1969. No final da década de 1970 passou a ser produzido na Alemanha e Inglaterra. Essa mutação causa perda do pigmento psitacina (que confere tons amarelo e laranja), causando a falta da pigmentação laranja e amarela nas bochechas e no corpo. A fêmea tem o corpo cinza, bordas das asas brancas e face interior da cauda com estrias pretas e brancas não apresentando a “bochecha”, tornando a face inteiramente cinza. O macho segue um padrão parecido com o normal, porém com a face totalmente branca e as cores cinzas com um tom mais escuro, crista cinza e bordas das asas brancas.




Fulvo:
Surgidos em 1971, nos EUA. Semelhante ao canela (também há mudança da coloração da melanina de preto para marrom), mas aqui também ocorre uma diminuição da densidade da melanina, fazendo com que pareçam um canela pálido. O amarelo é mais pronunciado (principalmente embaixo do corpo e crista), olhos são vermelhos e peito é de coloração mostarda ou creme. As fêmeas costumam ser mais bonitas que os machos, por apresentarem cores mais brilhantes. Os sexos são praticamente iguais, tornando-se mais difícil a identificação.







Ave inteiramente branca, com os olhos vermelhos e pés rosados, com ausência total de qualquer pigmentação (na realidade, resultam da combinacao de duas mutações: lutino e cara branca). As fêmeas são mais fáceis de ser encontradas, por ser um padrão com herança ligada ao sexo.





Cara Amarela: 

surgida na Europa na década de 80. Ainda não há notícia de sua existência no Brasil. Os primeiros exemplares deste padrão chegaram aos EUA por volta de 1992. São em tudo semelhantes aos demais padrões, diferindo apenas na cor das bochechas, que, ao invés de serem vermelhas, mostram-se amarelas. A principal diferença entre os sexos é o amarelo da bochecha, que é mais forte no macho. Há três formas dessa mutação (como ocorre com o padrão prata): a dominante simples-fator, a dominante duplo-fator e a recessiva.
                                                                                             


Pastel:

Apesar de conferir a mesma coloração, o padrão Pastel não deve ser confundido com o cara amarela. Essa é uma mutação sutil, que promove um tom mais brando de todas as cores. Também é um padrão de origem bastante recente (1989), tendo surgido possivelmente na Inglaterra. Externamente é em tudo semelhante ao cara amarela, mas tem herança genética autossômica recessiva, o que facilita e acelera as combinações entre os padrões, principalmente com aqueles de herança ligada ao sexo. É dominante apenas para o padrão cara branca. Também aqui ocorre duas formas: fator-simples e fator-duplo.




http://gustavotudosobrecalopsita.blogspot.com.br/p/tipos-e-racas.html

Papagaio grande



Categoria Criticamente ameaçado1º Lugar
É um papagaio grande, não voador da Nova Zelândia e uma das aves mais raras de todas, com apenas 124 indivíduos vivos atualmente. A principal razão para seu declínio é a predação por mamíferos introduzidos, especialmente gatos selvagens.
Kakapo Strigops habroptila








sábado, 3 de junho de 2017

Pinguins


Os pinguins são aves de mar, mergulhadoras e excelentes nadadoras. 


Existem 18 espécies no mundo, 13 das quais com populações bastante reduzidas pelas mudanças climáticas e 5 já consideradas em risco de extinção.

1. O pinguim "brasileiro"
O pinguim que chega ao litoral brasileiro é o pinguim-de-magalhães (Spheniscus magellanicus) e também povoa águas da Argentina e do Chile. O pinguim-de-magalhães habita águas temperadas procurando alimentos nas correntes frias que margeiam as costas, desde o estreito de Magalhães a oeste ou a este. Esta é uma espécie que atinge até os 75 cm de altura e 6 kg de peso.



O pinguim-de-magalhães é o único que chega à costa brasileira, com correntes frias ou por acidentes ambientais (óleo e tempestades)

2. A casa dos pinguins
Pinguins existem só no hemisfério sul, da Antártida até as Ilhas Galápagos, onde habita a única espécie de pinguins de regiões mais quentes

3. Fiéis até a morte
Pinguins são monogâmicos e fiéis a seus parceiros e, só trocam de par quando um deles morre ou é infértil.

4. Hábitos alimentares
Pinguins são animais carnívoros que comem peixes, crustáceos e lulas. Algumas espécies também se alimentam de plâncton. E comem bastante: um pinguim adulto, de grande porte, pode engolir até 30 peixes por mergulho.

5. Aves estranhas
Pinguins, apesar de serem aves, são grandes nadadores e mergulhadores, e não voam. Para resistirem aos mergulhos e à água, os pinguins impermeabilizam suas penas com uma secreção oleosa que retiram de sua cloaca e espalham pelo corpo, com a ajuda do bico.





6. Campeões de apneia
Mas, pinguins não respiram debaixo d’água onde podem ficar, em apneia, por até 15 minutos. Seus ovos são chocados em praias rochosas e são os machos que cuidam dos filhotes recém nascidos enquanto as fêmeas saem para se alimentar.

7. Campeões de natação
Pinguins voam nadando, esta é a verdade, e podem atingir até 40 km por hora, em seus mergulhos. No entanto, suas asas não foram feitas para sustentar seu corpo no ar. Pinguins também correm velozmente, se for necessário, apesar do jeito de “joão bobo” que seu corpo aparenta.

8. Fada e Imperador
O pinguim-imperador (Aptenodytes forsteri) é a maior espécie de pinguins que ainda existem, atingindo quase 1 metro de altura e 40 quilos de peso. O menor pinguim é o pinguim-fada (Eudyptula minor) que não chega a 1 kg de peso. Na antiguidade existiu uma espécie de pinguins que atingia mais de 2 metros de altura porém já está extinta.

9. Ótima visão subaquática
Pinguins enxergam muito bem debaixo d’água, melhor do que na superfície e, por isso, conseguem pescar peixes mesmo em águas escuras e turvas.

10. Um mergulho profundo
O pinguim-imperador pode mergulhar até 300 metros de profundidade, onde quase não chega nenhuma luminosidade dos raios solares.

https://www.greenme.com.br/informar-se/animais/4984-pinguins

segunda-feira, 20 de março de 2017

Ema







Nome Científico: Rhea americana
Família: Rheidae
Ordem: Struthioniformes
Distribuição: A família Rheidae é endêmica da América do Sul. A Ema é avistada, portanto, no Sul do Pará, Nordeste (em direção ao Maranhão), Vale do São Francisco, Sul e Centro-Oeste do Brasil. Nos países vizinhos é encontrada no Paraguai, Bolívia, Argentina e Uruguai.
Habitat: Campos, pampas, plantações, cerrados, savanas de cupins e varjões com buritirana, no Sudeste do Pará. Também é avistada em campos litorâneos, próximo à orla marítima.
Alimentação: Onívora, alimenta-se de folhas verdes, frutos e sementes, além de insetos e pequenos invertebrados. Uma curiosidade: costuma ingerir pedrinhas para ajudar na trituração dos alimentos.
Reprodução: Em geral o ninho é feito no chão. Ele é compartilhado por todas as fêmeas do macho (o número pode variar entre 2 e 12 emas). O número de ovos, em geral, fica entre 10 e 12 unidades a cada ninhada. O pai é quem cuida dos ovos, que eclodem todos de uma vez. A partir daí, a tarefa de cuidar dos filhotes é dividida entre os casais. Mas ao macho fica destinada a tarefa da proteção (sobretudo em função dos ataques de lagartos).
Maior ave das Américas - chega a medir entre 1,34 e 1,70 metros, e a pesar de 34,4 kg (macho) a 32 kg (a fêmea) - a Ema é um animal extremamente campestre, que vive em grandes grupos familiares (que podem ter de 6 a 60 indivíduos).



Mas por conta da perda de seu habitat (para culturas de soja, trigo e milho) e também devido à caça, ela teve um forte declínio de sua população em três regiões do Brasil: Nordeste, Sudeste e Sul. Felizmente, no Centro-Oeste e no Pantanal, a ema convive bem com os fazendeiros de gado (uma vez que limpa o pasto de pragas).
Na natureza essa ave pode atravessar rios a nado quando perseguida ou mesmo correr a 60 km/h em ziguezague. Apesar desse comportamento arredio, costuma ser criada facilmente em cativeiro.
A exemplo das Seriemas, têm plumagem mimética (quando sua cor adquire a configuração do meio em que vivem). Os machos se diferenciam por ter a base do pescoço, o peito anterior e a parte mediana do dorso anterior nas cores negras.





http://animal-planet-brasil.blogspot.com.br/2010/07/ema.html

Pintassilgo Americano (Carduelis tristis):







Origem: Canadá, Estados Unidos.
Esperança de Vida: ?
Nome Científico: Carduelis tristis.
Família: Fringilidae.
Gênero: Carduelis.
Tamanho: 11 para 13cm.
Diâmetro da Anilha: 2,5mm.
Ninho: Taça.



Inverno
O ano todo
Verão

Temperamento:
É uma ave social podendo junta-la à outras aves em um viveiro comunitário, podendo apresentar um comportamento territorialista somente na época reprodutiva, mas essa agressividade dura pouco tempo.

Descrição:
O pintassilgo americano mede entre 11 e 13cm de comprimento e com uma envergadura entre asas de 19 a 22cm. Pesa entre 11 e 20 gramas. O bico é pequeno, cônico e rosado a maior parte do ano, mas torna-se alaranjado na muda da primavera, em ambos os sexos. A forma e o tamanho do bico ajudam-no na extração de sementes de cardos, girassóis e outras plantas que compõem o seu regime alimentar. O dimorfismo sexual que afeta a cor da plumagem é mais notório depois da muda da primavera, quando o macho se cobre de cores vivas para atrair a fêmea.

Alojamento:
Pode criar pintassilgos num viveiro espaçoso ao ar livre ou num viveiro ou gaiola em recinto fechado. É importante que o alojamento possua plantas em abundância, para que as aves se sintam mais confortáveis. As plantas perenes são as mais apropriadas.

Alimentação:
O pintassilgo americano é granívoro e está bem adaptado para o consumo de sementes, sendo elas o alpiste, aveia, nabão, painço nacional, perila e senha, devendo-se complementar a dieta com frutas como maçã e pera, legumes como jiló, maxixe, milho, pepino e verduras como agrião, alface, almeirão, brócolis, chicória, couve, espinafre, mostarda e rúcula, além da farinhada de ovo e alimento vivo como tenébrio, não esquecendo também da areia mineralizada e do osso de siba.

Estado de Conservação na Natureza:


http://hobbydospassaros.blogspot.com.br/2015/07/pintassilgo-americano-carduelis-tristis.html

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

AVES AMEAÇADAS



 Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas em escala global é elaborada pela IUCN (sigla em inglês para União Internacional para Conservação da Natureza) e avalia o estado de conservação das espécies por mais de quatro décadas, com o objetivo de destacar os táxons ameaçados e promover a sua conservação. Essas informações tornam a tomada de decisão mais clara e objetiva, elevando-a de um nível local para global. A Lista Vermelha divide as espécies em categorias: Extinta (EX), Extinta na Natureza (EW), Criticamente ameaçada (CR), Em Perigo (EN), Vulnerável (VU), Quase Ameaçada (NT), Pouco Preocupante (LC) e Deficiente em Dados (DD).

Periquito-cara-suja (Pyrrhura griseipectus) - CR Foto: Ciro Albano
Periquito-cara-suja (Pyrrhura griseipectus) – CR
Foto: Ciro Albano
A BirdLife International é a autoridade em aves para a lista vermelha da IUCN, fornecendo a cada ano as categorias e documentação detalhada de todas as aves do mundo. O Brasil é o país com o maior número de espécies ameaçadas no mundo, com 166 espécies de aves globalmente ameaçadas de extinção, o que representa 12% das aves ameaçadas do planeta. A SAVE Brasil vem trabalhando com o desenvolvimento de ações conservacionistas no país para reverter este quadro. Até o momento 65 espécies de aves foram beneficiadas direta ou indiretamente pelos projetos da SAVE Brasil.

Para fazer uma busca por espécie, consulte o site da IUCN:

http://www.iucnredlist.org/

Para ver a lista das espécies brasileiras globalmente ameaçadas, clique aqui.

Além das aves consideradas globalmente ameaçadas, também há espécies, que apesar de não estarem em situação preocupante mundialmente, podem estar ameaçadas dentro do Brasil. Para saber quais são essas espécies consulte:

http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/lista-de-especies.html

A Fauna e Suas Belezas !


AVES DO MEU TEMPO

smileys falando

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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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