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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Pica -Paus




Pica-Paus



O pica-pau é uma ave da ordem Piciformes, família Picidae, de tamanho pequeno a médio com penas coloridas e na maioria dos machos com uma crista vermelha. Vivem em bosques onde fazem seus ninhos abrindo uma cavidade nos troncos das árvores. Alimentam-se principalmente de larvas de insetos que estão dentro dos troncos de árvores, alargando a cavidade onde se encontram as larvas com seu poderoso bico e introduzindo sua língua longa e umedecida pelas glândulas salivares. Os ninhos são escavados em troncos de árvores o mais alto possível para proteção contra predadores. Os ovos, de 4 a 5, são chocados pela fêmea e também pelo macho durante até 20 dias, dependendo da espécie.






Pica-Pau-de-Barriga-Vermelha

O bendito ou pica-pau-de-barriga-vermelha (Melanerpes cruentatus) é um pica-pau florestal e amazônico. Os indivíduos machos de tal ave possuem cabeça, peito e manto negros, vértice vermelho, enquanto a sobrancelha amarela que pode atingir a nuca, ventre vermelho e flancos estriados de branco e negro são características presentes em ambos os sexos. Também é conhecida pelo nome de ipecumirim, sua dieta se baseia em grãos e pequenos insetos, um dos grandes contribuidores para o reflorestamento da Mata atlântica e Floresta amazônica.







Pica-Pau-Branco

O pica-pau-branco (Melanerpes candidus) é um pica-pau campestre, presente em quase todo o Brasil, Bolívia, Argentina, Paraguai e Uruguai. Tal pica-pau possui a cabeça e partes inferiores brancas, asas e cauda negras, e ventre amarelado. Também é conhecido pelos nomes de bilro, birro, birro-branco e cricri.

Ficheiro:Melanerpes candidus.jpg



Pica-Pau-Malhado

O pica-pau-malhado-grande (Dendrocopos major) é um membro da família dos pica-paus (Picidae).

Tem a sua distribuição na Europa e norte da Ásia. É residente, com excepção das regiões mais frias da sua área de distribuição.
No Verão, a sua alimentação consiste de larvas de traças e escaravelhos que habitam o interior da madeira das árvores da floresta.

Ficheiro:Dendrocopos major 2 (Marek Szczepanek).jpg




Pica-Pau-do-Campo


O pica-pau-do-campo (Colaptes campestris) é um grande pica-pau sul-americano, campestre e terrícola.
Tal ave mede cerca de 32 cm de comprimento, com costas e asas marrons listradas de branco, peito e laterais do pescoço amarelos, boné preto e garganta preta ou branca, de acordo com a raça geográfica. Também é conhecido pelos nomes de chanchã, chanchão, pica-pau-de-manga e pica-pau-malhado.
Habita zonas de pastagens, savanas e matagal e pode ser encontrado na Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai, Suriname e Uruguai.

Ficheiro:Colaptes campestris-2.jpg





Pica-Pau-Carijó

O Pica-pau-carijó (Colaptes melanochloros) é um grande pica-pau da América do Sul. Tais aves possuem cerca de 26 cm de comprimento, com plumagem verde barrada de preto e cabeça preta com as laterais brancas e a nuca vermelha. Também são chamadas de pica-pau-verde-barrado.

Ficheiro:PICA-PAU-VERDE-BARRADO (Colaptes melanochloros).jpg





Pica-Pau-de-Cabeça-Amarela

O pica-pau-de-cabeça-amarela (Celeus flavescens) é uma ave ave piciforme pertencente à família Picidae.
Mede em média 27 cm. Está presente desde a margem norte do baixo Rio Amazonas até o Rio Grande do Sul, sendo encontrado também no Paraguai e Argentina. Habitam bordas de florestas altas, florestas de galeria e pomares. Alimenta-se de frutos no alto das árvores, descendo ao solo para comer formigas e cupins. O macho apresenta uma faixa vermelha nas laterais da cabeça, próximo a base do bico.
Seus outros nomes comuns são joão-velho, cabeça-de-velho e pica-pau-velho. No Rio Grande do Sul também é chamado de bico-chã-chã.

Ficheiro:Blond-crested Woodpecker.jpg





Pica-Pau-Amarelo

O Pica-pau-amarelo (Celeus flavus) é uma ave da família Picidae comprimento de cerca de 25 cm. Presente em toda a Amazônia brasileira e de Alagoas ao Espírito Santo, sendo encontrados também nos demais países amazônicos. Habita florestas ralas, plantações de cacau, florestas de várzea, capoeiras e florestas em áreas pantanosas. Vive solitário, aos pares ou em grupos de 3 ou 4, principalmente à altura do estrato médio. Quebram formigueiros no alto de árvores para comer as formigas, eventualmente alimentando-se também de frutos. Às vezes desce ao solo para apanhar insetos. O macho apresenta uma faixa vermelha nas laterais da cabeça, próximo à base do bico.






Pica-Pau-Rei

O pica-pau-rei (Campephilus robustus) é um pica-pau florestal, encontrado no Paraguai, Argentina e Brasil, do estado de Goiás e Bahia até o Rio Grande do Sul, sendo o maior pica-pau brasileiro. Tal ave mede cerca de 36 cm de comprimento, cabeça e pescoço vermelhos, asas e cauda negras e partes inferiores barradas. Também é conhecido pelos nomes de carpinteiro, pica-pau-de-cabeça-vermelha, pica-pau-galo, pica-pau-grande e pica-pau-soldado.

Ficheiro:Campephilus robustus -Argentina-3.jpg





Pica-Pau-de-Banda-Branca

O Pica-pau-de-banda-branca (Dryocopus lineatus) é um grande pica-pau encontrado do México à Argentina. Tal ave mede cerca de 33 cm de comprimento, com topete e estria malar vermelhos, asas e lados da cabeça pretos, faixa branca que se estende do bico às laterais do peito e barriga branca barrada de preto. Também é conhecida pelo nome de ipecuacamirá. Vive em pares ou em grupos familiares, com o macho e a fêmea tamborilando em seqüência longa e baixa. As fêmeas desta espécie de pica-pau põem em média de 2 a 3 ovos, e o macho participa dos cuidados com a prole.

Ficheiro:Dryocopus lineatus.jpg



Pica-Pau-de-Topete-Vermelho

O Pica-pau-de-topete-vermelho (Campephilus melanoleucos) é um grande pica-pau da ordem Piciforme e da família Picidae. Conhecido também como Pica-pau-de-garganta-preta. Encontra-se desde o sul do Panamá até o norte da Argentina e em Trinidad.
É um pica-pau grande e tem aproximadamente 36 cm de comprimento e 250 gramas. O macho possui a cabeça avermelhada, com uma mancha branca na base do bico e a fêmea apresenta o alto e a parte de trás da cabeça preta e uma larga faixa branca entre os olhos e a base do bico.
Alimentam-se de larvas de insetos que vivem escondidos atrás de cascas de árvores mortas. Também comem frutos.

Ficheiro:Crimson-crestewoodpecker.jpg



Pica-Pau-Anão
(Picumnus innominatus)

O pica-pau-anão é comum aos pequenos pica-paus do gênero Picumnus. Tais aves têm o comprimento do corpo variando entre 7 cm e 10 cm, bico curto, com pés muito grandes e cauda macia. Também são chamadas de picapauzinhos.






Pica-Pau-Dourado

O pica-pau-dourado (Piculus aurulentus) é um pica-pau florestal, encontrado no leste e sul do Brasil, bem como na Argentina e Paraguai. Tal ave mede cerca de 20 cm de comprimento, com dorso oliváceo, rêmiges barradas de castanho, cabeça com as laterais oliváceas, atravessadas por duas faixas amarelas horizontais e vértice vermelho. Também é conhecida pelo nome de pica-pau-doirado.




Pica-Pau-Fura-Laranja

O pica-pau-fura-laranja (Veniliornis affinis) é um pequeno pica-pau, encontrado na Amazônia e Leste do Brasil, especialmente nos estados da Bahia e do Espírito Santo. Tal ave mede cerca de 16,5 cm de comprimento e plumagem olivácea, com o manto, manchas nas asas e vértice vermelhos. Devido ao fato de eventualmente freqüentar pomares e se alimentar dos frutos, recebeu o nome de fura-laranjas.



Pica-Pau-Verde

O pica-pau-verde (Picus viridis) é uma ave da família Picidae. É o maior dos três pica-paus que ocorrem em Portugal. Caracteriza-se pela plumagem verde e amarelada, com o barrete vermelho.
Distribui-se por quase toda a Europa e pela Ásia Menor. Constrói o seu ninho em cavidades de árvores.
Em Portugal é uma espécie residente, que está presente durante todo o ano. Freqüenta zonas florestais, nomeadamente pinhais, de preferência com algumas clareiras.

Ficheiro:Grünspecht Picus viridis.jpg



Pica-Pau-de-Bico-de-Marfim

O Pica-pau-bico-de-marfim é a espécie do personagem de desenho animado Pica-Pau. No episódio "Dumb Like a Fox" ("Esperto contra Sabido", na versão brasileira), do desenho animado Woody Woodpecker, um museu oferece a recompensa de 25 dólares para quem capturar um "Campephilus principalis", o qual é o próprio Pica-Pau.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Papagaio anacã










Nome Popular: Papagaio anacã

Nome em inglês: Red fan parrot

 Nome Científico: Deroptyus accipitrinus

 Peso: 200 a 300g

 Tamanho: 35 cm

 Expectativa de Vida: Podem atingir até 60 anos


Alimentação: 
Na natureza, alimentam-se de castanhas, frutas silvestres e sementes (principalmente de leguminosas). Em cativeiro são oferecidos, além da ração comercial, frutos, sementes e vegetais.


Reprodução: 
Em média, botam de 2 que são chocados por 24 a 29 dias.


Distribuição Geográfica:
Sua área de ocorrência inclui as Guianas, norte do Brasil, sul da Venezuela, sudeste da Colômbia, leste do Equador e nordeste do Peru.


Descrição:

São caracterizados por apresentarem um carijó branco-escuro próximo ao bico. Uma parte da cabeça também tem a mesma coloração. Depois, apresentam penas vermelhas com bordas azuis. Quando ficam irritados, levantam essas penas localizadas atrás da nuca, formando uma espécie de cocar indígena nas cores vermelho e azul. A parte do peito também possui a mesma coloração do penacho, enquanto o resto do corpo e o rabo são verdes. Não é possível distinguir machos e fêmeas por características externas. Sofrem com a destruição de habitat e a captura ilegal destinada ao tráfico de animais. Dos psitacídeos, os Anacãs são os que apresentam maior dificuldade para a reprodução em cativeiro.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Anu-Branco



















                 Hoje não era dia de Sorte da perereca




Imagem diferente mas são varios aves unidas em um só galho.
                                           Um por todos e todos por um ...galho!
                                                   Anu-Branco; Guira Cuckoo; Guira-Guira



Fonte da imagem:http://parrotpapagaios.blogspot.com/
Busca google


sábado, 18 de fevereiro de 2012

Amores Avelinos

Só alegrar um pouquinho afinal é Carnaval. Bahia sempre um eterno festival de alegria.
Imagem do google.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

No bico do Corvo*



Um Pouco de Conhecimento Científico Sobre o Corvo

No Bico do Corvo
No Bico do Corvo
O Corvo é sem dúvida alguma uma bela ave, com sua plumagem negra, a despeito do que a grande maioria pensa sobre seus hábitos alimentares. Embora muitos acreditem ser o corvo uma ave de rapina, há que se saber que quanto à sua classificação científica, podemos assim classificar o corvo:
* Quanto ao Reino: Animália
* Quanto à Filo: Chordata
* Quanto à Classe: Aves
* Quanto à Ordem: Passeriformes
* Quanto à Subordem: Passeri
* Quanto à Família: Corvidae
* Quanto ao Gênero: Corvus
Entretanto, a despeito dessas informações científicas, vale ressaltar que, no que diz respeito às espécies são diversas. Curioso é saber que algumas espécies desse gênero de ave são também conhecidas como “gralha”. Em se tratando da “gralha-preta” (Corvus corone), podemos encontrá-la no continente europeu, no norte da África e também na Ásia, e ainda na Sibéria.
Quanto à alimentação, essa ave alimenta-se essencialmente de cadáveres de outros animais e pequenos animais, incluindo insetos, caracóis, ratos, lagartos, rãs, vermes e alguns outros invertebrados. Mas também se alimentam de frutas, de sementes, e ainda também de sobras de alimentação humana.

Fato: Pode Haver Algo de DEUS pra você no “Bico do Corvo”!

Ave
Ave
Quero agora chamar a atenção do leitor para um curioso fato que aconteceu no passado, e que certamente, pode e acontece de uma maneira bem semelhante em nossos dias.
Na Bíblia Sagrada, mais precisamente no livro de 1 Reis, capítulo 17, encontramos o relato de uma grande seca enviada por DEUS sobre uma determinada nação, de forma que como conseqüência, ocorreu uma grande fome naquela terra. Naquele tempo, vivia naquela região um profeta de nome Elias. Este, durante algum tempo, foi alimentado pelos corvos. Pode parecer incrível, mas lendo os versículos 4 a 6 do capítulo citado, descobrimos duas coisas interessantes:
1. DEUS ordenou aos corvos que alimentassem a Elias.
2. Os corvos levavam para Elias duas refeições diárias: pão e carne pela manhã, e pão e carne pela noite.

No Bico do Corvo

Portanto, a despeito do que “naturalmente” seria o hábito alimentar de tal ave, o Criador pode mudar hábitos e até mesmo a natureza daquilo que ELE mesmo criou. Dessa forma, pôde usar os corvos para levarem até Elias – que era alguém que buscava fazer a vontade de DEUS – uma alimentação saudável, num período em que à sua volta a região padecia fome.
Naquele tempo, no bico do corvo havia alimento saudável para alguém justo e honesto diante de DEUS. Hoje não é diferente! Apesar da imagem negativa que muitos têm do corvo, e talvez até algum preconceito com relação ao nome deste veículo de comunicação – “no bico do corvo”, há que se ter a certeza de que, no bico do corvo pode estar o “alimento” (a notícia, a reportagem, o artigo) que sua alma (sua mente, seu intelecto, sua psique) necessita. Quem sabe você não está numa certa posição ou atitude, simplesmente porque está buscando alimento ou conhecimento em fontes secas? Lembre-se, no bico do corvo pode estar aquilo que você precisa!!

Fonte
http://www.culturamix.com/animais/aves/no-bico-do-corvo

Por Carlos Alberto Bächtold, Foz do Iguaçu, PR.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Pavões





Possuidores de rara beleza, enfeitam jardins, a carne saborosa torna-se um luxuoso banquete e criá-los comercialmente pode ser um ótimo negócio.
Originário da Índia, o pavão espalhou-se pelo mundo em criações domésticas ou em escala comercial, pois são aves que atingem alto preço na venda de ovos, filhotes, adultos ou das plumas de um colorido muito atraente.
São várias as espécies de pavões, as mais conhecidas são o Pavão Azul Real, Pavão Verde de Java, Pavão de Ombros Negros, Pavão Branco e o Pavão Arlequim (resultado do cruzamento do Pavão Azul com o Pavão Branco).
De maneira geral os pavões são aves dóceis, mas podem ser agressivos caso estejam em instalações impróprias e não tenham manejo adequado. Por serem aves consideradas de grande porte precisam de espaço, espaço este fundamental para a conservação das penas longas da cauda do macho, que pode alcançar até 2 metros e meio de diâmetro, quando aberta em leque. Os pavões atingem a maturidade sexual por volta de 3 anos de idade. Quando criados em contato direto com o tratador, são dóceis chegando a buscar o alimento nas mãos do seu criador, quando criados soltos em áreas extensas, podem tornar-se arredios ao contato do homem. Gostam de dormir no alto em galhos de árvores ou poleiros, o acasalamento normalmente ocorre no período de agosto a novembro, são aves polígamas, isto é um mesmo macho acasala-se com várias femeas, porem não se acasalam com aves de outras espécies podendo assim ser criados com outras aves.
Devem frequentar locais onde haja areia pois gostam de se deitar nela e necessitam comer pequenos grãos de areia para auxílio da digestão.
São aves muito sensíveis a umidade, devendo ser criados em locais secos. As femeas gostam de botar os ovos em locais altos, na ausência de ninhos artificiais colocados em locais altos e cobertos para proteção de chuvas, sol e ventos fortes, elas chegam a botar os ovos lá de cima dos galhos das árvores ou dos poleiros e esses quebram-se, grande perda. Algumas vezes botam no chão, quando encontram areia para fazer o ninho ou palha bem seca.
Durante o período de reprodução as femeas tem 2 ou 3 posturas, botam os ovos e chocam, voltando a nova postura após o período de choco, caso os ovos sejam retirados para serem chocados por amas ou chocadeiras, essa postura pode ser maior pois não haverá a interrupçãodo período de choco (30 ovos divididos em 3 posturas). O período de incubação e de 28 a 30 dias.
Após a época de acasalamento e reprodução, as aves entram na muda da pena e o macho perde todas as penas da cauda, que se formará novamente, no ano seguinte.

A alimentação deve respeitar as fases de idade, ração inicial para os filhotes, ração de crescimento a partir dos 60 dias de idade acrescida de verde, e ração de postura após a idade adulta, também complementada do verde (menos alface).

Os pavoezinhos devem ser criados em viveiro com piso ripado para que não tenham contato com a umidade do solo que provoca doenças e não comam as próprias fezes, hábito que pode provocar uma verminose que se não bem tratada pode ser fatal. Os principais inimigos dos filhotes são o frio, a umidade e as verminoses. A vacinação é imprescindível.

"SE O IMPÉRIO PERTENCESSE À BELEZA E NÃO À FORÇA, O PAVÃO SERIA O REI DOS ANIMAIS."

Fonte do texto :http://abcaves.com.br/Pagina.asp?Pagina=artigos
Imagem do google

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Aves em risco *palila





O palila é outra espécie que tem sido extinta. Esta se tornou a grande e ultima espécie que deve ser classificada como criticamente ameaçadas de extinção no Havaí. É ainda um outro em uma longa linha de havaianos em relação a espécies que sofreu conseqüências de espécies invasoras. Algumas das ameaças incluem animais que destruíram o habitat das aves e trouxe mosquito com malaria. Existem agora 14 espécies que são consideradas como criticamente ameaçadas nas ilhas algumas das quais poderiam eventualmente ser extintas por isso é deprimente ver um outro ir aparentemente da mesma maneira. Fazer com que as pessoas entendo a importância do espaço natureza tem sido uma tarefa muito complicada para muitas pessoas. Apesar de algumas já terem entendido ainda faltam muitas para saber exatamente como é essencial que defendamos o meio ambiente e seus animais. As formas de poluição e a extinção de espécies encantadoras que estão se tornando raras é muito ruim para o mundo todo. O que todos esperam é que isso tudo seja compreendido antes que seja muito tarde e o mundo fique sem ar puro e sem animais.

http://www.culturamix.com/meio-ambiente/aves-em-risco-atinge-nivel-recorde

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Ajude.

Nao compre animais silvestre,assim você está colaborando .Com  a nossa fauna que pede socorro.
Imagem do google

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Saíra 7 Cores


A saíra-sete-cores é uma ave passeriforme da família Thraupidae.
Também conhecida como Saíra-de-bando.
Mede cerca de 13,5 cm de comprimento e pesa 18g.
A fêmea é mais pálida
Saíra
É um pássaro bastante colorido que ocorre em muitos estados do Brasil.
Normalmente é encontrado em grupos ou famílias e associa-se a bandos de várias espécies. Freqüenta o topo das árvores onde colhe o alimento, sendo comum na zona litorânea.
Se alimenta de frutos, sementes, grãos e insetos.
Captura os insetos, em geral nas folhas, no topo das árvores ou nas flores, quando coletam o néctar.

http://faunaeflorauna.blogspot.com/2010/04/saira-7-cores.html

A Fauna e Suas Belezas !


AVES DO MEU TEMPO

smileys falando

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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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