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terça-feira, 5 de junho de 2012

Sensores nos bicos dos pássaros






"Um estudo mostrou que sensores nos bicos dos pássaros podem ser os responsáveis por sua capacidade de voar grandes distâncias sem se perder.
Cientistas alemães disseram ter encontrado minúsculos cristais de óxido de ferro na pele que reveste a parte superior do bico de pombos-correios, organizados num padrão tridimensional que pode ajudar os pássaros a ler o campo magnético da Terra.
O estudo sugere que os pássaros sentem o campo magnético independentemente de seu movimento e de sua postura, e assim conseguem identificar sua posição geográfica.
Há muito tempo que os cientistas tentam descobrir como os pássaros encontram seu caminho, às vezes migrando por milhares de quilômetros para achar a mesma árvore.
o G1.ponto com
"Nossa expectativa é que o receptor do tipo do pombo acabe se revelando uma característica universal de todos os pássaros", afirmou Gerta Fleissner, da Universidade de Frankfurt, autora do estudo publicado na revista Naturwissenschaften de quarta-feira. Segundo ela, células com ferro semelhantes também foram encontradas nos bicos de outras aves e das galinhas.

Texto do G1 - globo.com

Escrito por Fernando Borges   

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A Fauna e Suas Belezas !


AVES DO MEU TEMPO

smileys falando

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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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