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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Mandarim gould


Imagem do blog:http://avesdoartur.blogspot.com/

DISTRIBUIÇÃO
A forma original do mandarim é oriunda da Austrália

DIMENSÕES
Aproximadamente 11 a 12 centímetros.

DISTINÇÃO ENTRE OS SEXOS
Na sua forma selvagem, os machos podem ser reconhecidas pelas manchas cor de laranja/castanhas que apresentam nas partes laterais da face. As fêmeas não as têm. No caso do mandarim branco, a diferença pode ser detectada no bico. O bico da fêmea tem uma cor mais clara.

CARACTERÍSTICAS SOCIAIS
Os mandarim são aves muito sociáveis e pacíficas e tem um bom relacionamento quer entre si que com outras aves. Preferencialmente, estas aves devem se mantidas em grupo, em vez de em casal ou isoladamente.

ALOJAMENTO ADEQUADO
Os mandarim podem ser criadas num viveiro em recinto fechado, num viveiro ao ar livre ou numa gaiola de criação. Apreciam muito os espaços verdes, mas estes não são obrigatórios.

TEMPERATURA AMBIENTE
Estas aves australianas incrivelmente populares são muito resistentes e podem passar o inverno num viveiro ao ar livre sem problemas, desde que disponham de um ninho de pernoita num abrigo noturno, que proteja de geada e dotado de um bom isolamento.

ALIMENTAÇÃO
Estas aves devem ter uma alimentação base de uma mistura de sementes para aves tropicais, com um suplemento de milho painço italiano e semente de ervas. De vez em quando, também apreciam outros alimentos verdes, bem como alimento à base de ovos e pequenos insetos, durante a época de gestação. Deve sempre haver areia em que quantidades suficientes, para que possam satisfazer as suas necessidades digestivas.

ATIVIDADES
Os mandarim são aves muito ativas e não são tímidas. Movimentam-se por todos os espaços do viveiro, incluindo o chão do mesmo, que vasculham, debicando em busca de alimentos. Gostam de tomar bons banhos numa plataforma colocada no viveiro ou no chão do mesmo. Dormem no ninho, o que significa que não passam a noite num poleiro ou num ramo. Se pendurar várias caixas de ninhos em diversos pontos do viveiro, as aves podem escolher o seu próprio pouso.

CRIAÇÃO
Os mandarim são famosos pela sua produtividade. Tanto se reproduzem numa gaiola de criação como num viveiro em recinto fechado. Se possuir diversos casais – o que se recomenda – certifique-se de que dispõe de caixas de ninhos em quantidades mais que suficiente.

Pode acontecer que as aves se envolvam em brigas pela disputa da mesma caixa de ninho. As dimensões apropriadas das caixas de ninho devem ser pelo menos 10x10x10 centímetros e podem ser fechadas ou semi-aberta e, geralmente, também utilizam gaiolas.

O ninho é construído a partir de materiais como corda de sisal e fibra de coco. Em média, põem quatro a seis ovos, e as crias nascem após um período de doze ou treze dias. Estas são alimentadas como todo o tipo de sementes e alimento à base de ovos. Pequenos animais vivos também são muito apreciados. A plumagem surge após um período aproximado de três semanas mas, as aves continuam a ser alimentados por mais uma ou duas semanas.

Ao fim de dois ou três meses, as crias adquirirem a coloração definitiva. Rapidamente atingem a maturidade, mas é aconselhável separar os sexos até terem, pelo menos, nove meses de idade. Podem surgir problemas, caso as aves tenham uma procriação demasiado prematura.

Os mandarim podem ter com facilidade três a quatro gestações por época, porém , como tal fato exige demasiado dos pais é recomendável retirar todas as caixas de ninhos após a terceira gestação.

MUTAÇÕES
Existem inúmeras variações cromáticas desta espécie. O mandarim original apresenta a cor cinzenta corrente. Esta deu origem à versão castanha normal, entre outras.

A partir daí, tem ocorrido muitas mutações, tais como a variedade de dorso cinzento, preta ou castanha, a de máscara preta ou castanha, a de peito cinzento ou castanho pastel, branco, preto ou cor de laranja, bem como combinações das anteriores (castanho pastel de peito preto, peito cor de laranja e dorso pálido, tom pastel de dorso cinzento pálido, etc.).

Além disso, as cores âmbar, branco, amarelo-claro, malhadas e com marcas podem ser vistas regularmente em exposições de aves. Também existe mandarim encristado. Não é recomendável que sejam criados uns com os outros, uma vez que o gene que cria a crista é letal na forma homozigótica, o que significa que algumas das crias resultantes de uma tal combinação morrem no ovo.

No entanto, o fator crista predomina sobre as pernas da cabeça normais. A combinação de um mandarim encristado com um mandarim não encristado produz, aproximadamente, 50% de crias encristadas.

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
Os mandarim adaptam-se na perfeição a aficionados de aves principiantes, uma vez que não impõem grandes condições. Além disso, existem tantos padrões de cores e de marcas que sempre se encontra alguma que agrade.

Se tem interesse por uma das cores especiais, é conveniente de aves. Aves próprias para exibir em exposições raramente se encontram em lojas de animais de estimação.


http://www.fazendavisconde.com.br

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Cuidado ao Cortar unhas de Aves

É chegada a hora da reprodução dos canários e se faz necessário que alguns procedimentos sejam adotados pelos criadores para um bom desempenho do plantel, entre eles cortar as unhas das aves antes do acasalamento. Essa medida deve ser adotada para evitar a perda de filhotes, pois muitas vezes a fêmea tira uma ninhada boa de quatro a cinco filhotes, e acaba matando alguns deles ao deitar ou sair do ninho.

Outro problema é que a canária com a unha grande pode se enroscar no material dado a ela para a confecção do ninho e ao sair do mesmo, durante o choco, pode acabar puxando os fios e derrubando os ovos no fundo da gaiola. Confesso que isso já aconteceu comigo. Além disso, os fios usados para a confecção do ninho podem ficar presos nos pés da canária e acabar se prendendo de alguma maneira no poleiro e, desta forma, impedindo que a canária consiga se soltar. O interessante é sempre cortar as unhas, anualmente, antes de formar os casais.


Fonte do texto e Imagem

http://avesenoticias.spaces.live.com/

www.avesenoticias.com.br/noticias/105-unhas-

domingo, 7 de novembro de 2010

Trinca -Ferro Cinza


Trinca ferro cinza - Saltator coerulescens


Nome Científico
Saltator coerulescens
Vieillot, 1817
Nome em Inglês
Grayish Saltator

O trinca cinza é um Passeriforme da família Thraupidae. Também conhecido como Trinca-ferro-cinza, Trinca-ferro-da-amazônia e Sabiá Gongá.

Mede cerca de 20 cm de comprimento. Não há dimorfismo sexual. Juvenil de costas e peito esverdeados e bico com manchas cinzentas. O casal pode cantar sincronizadamente.

Alimentação

Onívoro. Alimenta-se principalmente de frutos.


Reprodução

Atinge a maturidade sexual aos 12 meses. Faz ninho tipo taça, de gravetos e gramíneas. Põe de 2 a 3 ovos azul-claros com finas estrias pretas, tendo de 2 a 3 ninhadas por estação. Os filhotes nascem após 13 dias.



Hábitos

É comum em áreas arbustivas e florestas secas, pastagens abandonadas, campos com arbustos e árvores isoladas, jardins em cidades, clareiras, margens de rios e pântanos em áreas mais úmidas. Vive aos pares ou em pequenos grupos baru-lhentos e fáceis de observar.




Distribuição Geográfica

Presente em grande parte do Brasil, incluindo toda a Amazônia, estendendo-se para leste até a Bahia e em direção sul até Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Encontrado também do México à Costa Rica e em quase todos os países da América do Sul, com exceção do Chile.

Fonte: http://webserver.eln.gov.br/Pass500/BIRDS/1birds/p486.htm

Fonte do texto e Imagem
http://passarinheiros.blogspot.com/

Sanhaço Papa Laranja


Nome Científico: Thraupis bonariensis
Sanhaço papa laranja


Família: Thraupidae

Ordem: Passeriformes

Distribuição: No Brasil, do Paraná até o Rio Grande do Sul. Ocorre também na Argentina, Paraguai, Chile e Equador.

Habitat: Matas de galeria e capões.

Alimentação: Essencialmente frugívoro. Mas também consome verduras e legumes. Já foi avistado alimentando-se de inflorescências de eucalipto, além de folhas de mamão e chuchu.

Reprodução: O ninho é construído em forma de taça, feito à base de sisal, fibra de coco e raiz de capim. A cada reprodução a fêmea põe, em média, de 2 a 4 ovos. Após 13 dias, os filhotes nascem. Eles vão atingir a maturidade sexual aos 12 meses. Depois serão, em média, de duas a três ninhadas por temporada (normalmente entre a Primavera e o Verão).

O sanhaço-papa-laranja também conhecido como sanhaço-amarelo e papa-ameixa, é de um colorido que não passa despercebido. E a razão é simples: a cabeça e as asas são azuis, o dorso é negro, o peito laranja e o abdômen amarelo-claro. Em resumo, é quase um arco-íris de asas.

De quebra ainda tem uma máscara-negra no entorno dos olhos. A fêmea do sanhaço-papa-laranja, por sua vez, é verde-pardacenta, com o lado inferior mais claro. Não estivesse ao lado de macho, que a distingue, seria até difícil de identificá-la, de tão comum que é sua plumagem.

O canto do sanhaço-papa-laranja tem uma sequência simples e não acelerada. Quando cai a madrugada, costuma ter uma vocalização um pouco mais complexa.

Fonte do texto e Imagem
http://passarinheiros.blogspot.com/

A Fauna e Suas Belezas !


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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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