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terça-feira, 18 de junho de 2013

Takahe




A presença humana em ilhas do Oceano Pacífico pode ter levado à extinção de cerca de mil espécies de aves não voadoras, aponta um estudo publicado nesta segunda-feira (25) pela revista "PNAS", da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
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A pesquisa analisou fósseis e dados de 41 ilhas no Pacífico para chegar ao resultado. Dois terços das populações de aves das ilhas do Havaí, Fiji e Samoa, entre outros arquipélagos, foram extintas no período entre a chegada dos primeiros humanos e a colonização europeia, sugere o modelo elaborado pelos cientistas.
As extinções ocorreram principalmente entre 3,5 mil e 700 anos atrás, devido ao desmatamento e à caça predatória realizada pelos humanos. Ilhas do arquipélago de Vanuatu, Tonga e Nova Caledônia também foram analisadas, segundo os pesquisadores.
O estudo foi realizado por cientistas da Universidade do Tennessee, dos EUA; pela Universidade de Camberra, na Austrália; e pela Sociedade de Zoologia de Londres, na Grã-Bretanha, entre outras instituições.
Nova Zelândia
Segundo o estudo, a taxa de extinção de espécies de animais na Nova Zelândia é baixa em comparação com a média das outras ilhas do Pacífico, apesar de o país ser um modelo de como a colonização e a caça destruíram espécies de aves mais recentemente.
A pesquisa aponta que a presença da população humana nativa não foi tão devastadora para a fauna neozelandesa quanto a chegada dos europeus. Após a vinda de populações de ingleses e de outros países da Europa, aves como o takahe, o kakapo e o kiwi passaram a figurar entre as que sofrem risco de
extinção.


Takahe, ave da Nova Zelândia que está ameaçada de extinção (Foto: Divulgação/Tim Blackburn/"PNAS"



http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/03/acao-humana-pode-ter-extinguido-mil-especies-de-aves-em-ilhas-do-pacifico.html

sábado, 25 de maio de 2013

Eider Somateria mollissima







Identificação
Este pato de grande dimensão caracteriza-se pelo seu seu pescoço curto e pelo bico cuneiforme. O macho,
com a plumagem preta e branca, é fácil de identificar, a fêmea é acastanhada com listas escuras no dorso e
nos flancos.


http://www.avesdeportugal.info/sommol.html

Cisne -Mudo







As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.

Identificação
Muito grande, totalmente branco, com um longo pescoço geralmente em forma de S. O bico é alaranjado, 
com uma protuberância preta.
Apenas se pode confundir com o cisne-bravo e com o cisne-pequeno, ambos muito raros em Portugal.




Até final de 2010 foram homologadas 18 observações deste cisne:
2000, 23-Mar, estuário do Tejo, CC Moore (Anuário 1)
2000, 18-Nov, Barrinha de Mira, F Almeida, J Manuel (Anuário 1)
2002, 27-Mar, 3-Nov e 28-Dez, estuário do Tejo, CC Moore e outros (Anuários 2 e 3)
2003, 21-Out, a 25-Dez, estuário do Cávado, até 6 inds.(5 ad. + 1 juv.), P Mota, F Campinho (Anuário 3)
2004, 14-Nov a 8-Dez, estuário do Cávado, 2 ad., F Campinho, G Elias, R Brito, M Sousa (Anuário 4)
2004, 26-Nov, Lagoa de Óbidos, G Elias, R Guerreiro (Anuário 4)
2004, 28-Dez, estuário do Cávado, 6 inds, L Reino e J Santana (Anuário 5)
2006, 18-Mar, Benavente, adulto, CC Moore (Anuário 6)
2006, 6-Set a 30-Dez, lagoa de Santo André, adulto, R Marcão, R Tomé e outros (Anuário 6)
2007, 19-Mai, lagoa de Albufeira, adulto, J. Rodrigues e J. Côxo (Anuário 6)
2007, 29 e 31-Jul, Vilamoura e lagoa dos Salgados, adulto, J. Hardacre (Anuário 6)
2007, 8-Out e 11-Dez, lagoa de Santo André, adulto, A Leitão e H Costa (Anuário 6)
2007, 28-Dez, sapal de Corroios, estuário do Tejo, adulto, M Estevens (Anuário 6)
2008, 27-Jan, baía do Seixal, estuário do Tejo, adulto, H. Costa (Anuário 7)
2008, 15-Mar, lagoa dos Salgados, adulto, N. Fonseca e L. Campina (Anuário 7)
2008, 16-Nov, paul da Barroca, 1º Inverno, J. Meneses (Anuário 7)
2009, 21-Abr, lagoa de Albufeira, P. Fernandes (Anuário 7)
2010, 31-Mar a 2-Abr, Évora, albufeira de Lucefécit , 2 adultos., F. Barata, C. Rodrigues (Anuário 8)


http://www.avesdeportugal.info/sommol.html

Gralha-calva







Identificação
Tamanho semelhante a uma gralha-preta, distinguindo-se
desta espécie pelo bico esbranquiçado e pela ausência de
penas na base deste. As vocalizações também são um
pouco diferentes.


As observações desta espécie encontram-se sujeitas a
homologação pelo Comité Português de Raridades desde
1995. Desde essa data não foi homologada qualquer
observação.

Conhece-se, contudo, uma observação

A Fauna e Suas Belezas !


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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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