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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

SABIÁ-CONGA






O GÊNERO SALTATOR

 inclui pássaros grandes, arborícolas, com bico robustos (de cor viva em algumas espécies) e plumagem de colorido discreto.
 Tem canto forte, bonito e melódico, que emitem com frequência.






SABIÁ-CONGA Saltator coerulescens

Localmente comum, em cerrado, capoeira rala e áreas com árvores esparsas; evita campos sujos. Cinza por cima com sobrancelha branca curta.Garganta parda, delineada com preto; cinzento por baixo, pardo no baixo ventre e crisso. Jovem mais oliváceo, asa em geral com filetes verdes. Chamativo e fácil de detectar pousam em lugares expostos (mais que seus congêneres), sobretudo ao cantar. Alimenta-se em especial de frutos e flores, frequentando comedouros em fazendas e pousadas; não se junta a bandos mistos, canto forte e variável, tipicamente um frase  simples de notas musicais vem enunciadas, em geral com um trinado não ao final.


http://marcelobugre.blogspot.com.br/

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A Fauna e Suas Belezas !


AVES DO MEU TEMPO

smileys falando

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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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