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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Hoje sou águia,amanhã andorinha.mas caça jamais!




Hoje sou águia, amanhã andorinha, mas caça jamais!

Sou independente,
porque tenho coração de águia
e voo com asas de anjo da guarda,
sobreponho-me a ideias fixas,
sobrevivo sobrevoando com o
meu ar de ave de rapina.

Não passo de figurino num elenco meio selvagem,
Nas cenas tanto faço de forte como de frágil,
Com cada dia que amanhece
ganho mais força e coragem,
Nas cenas cortadas, ainda há vestígios de
toda a minha difícil aprendizagem.

Não é fácil sentir desordem em todos os sentimentos,
Quando as peças se soltam, por conseguinte
não se encaixam,
Mas os obstáculos jamais me ultrapassam,
Apesar de sozinha, lutarei contra todos
a favor dos mais belos ideais,
Hoje sou águia, amanhã andorinha, mas caça jamais!

(Carla Costeira)
Imagem de pesquisas do google

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A Fauna e Suas Belezas !


AVES DO MEU TEMPO

smileys falando

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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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