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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Agapornis Roseicollis



Agapornis roseicollis

Inseparável-de-faces-rosadas é o nome vulgar de Agapornis roseicollis, uma espécie do género Agapornis, originários da Angola e Namíbia, em África. São psitacídeos tal como as araras, mas têm um canto mais agudo ou barulhento. São conhecidos também por "lovebirds", em língua inglesa. Possuem penas em um tom verde chamativo e o rosto avermelhado.

Se forem criados desde pequenos, podem facilmente conviver com o dono fora da gaiola sem a necessidade de amputar penas.

É indicado comidas em sacos plásticos, por permanecerem hermeticamente fechados, por isso não recebem poeira. Já os a granel vendidos em agropecuárias e outras lojas, não são muito indicados para os pássaros por conterem pó, que é prejudicial para a saúde dos mesmos.
Publicada por Fernando Gomes em 12:06 0 comentários
Passaros Agapornis roseicollis
Agapornis personata



Agapornis personatus (por vezes grafado Agapornis personata) é uma das nove espécies de Agapornis, pequenas aves da família dos louros (Psittacidae). A espécie é nativa do nordeste da Tanzânia e amplamente criada sob cativeiro como mascote.

O nome genérico vem das palavras gregas agape, amor, e ornis, ave, ou “ave-do-amor. Em inglês, estas aves são conhcidas por lovebirds, que tem o mesmo significdo, enquanto que em espanhol e francês, se usam termos equivalentes a “inseparáveis”, aludindo ao seu hábito de formarem par para toda a vida. Esta espécie, em particular, é denominada mascarada por causa da sua coloração, em que os olhos parecem os de uma máscara.

O “inseparável mascarado” é um dos Agapornis mais pequenos, com um tamanho médio entre 12,5 e 15 cm. A sua principal característica é a cor negra ou marrom quase negro da cabeça, com cada olho rodeado de um anel branco, que o faz parecer estar mascarado. O bico é veremelho brilhante. O dorso é de um verde mais escuro que o ventre e nas asas tem plumas de voo negras. Tem o peito amarelo, que se continua no pescoço, incluindo a nuca. Machos e fêmeas têm idêntica aparência externa, mas os jovens têm cores mais pálidas.

A mutação azul foi descrita originalmente em aves selvagens, na década de 1920, mas já foram desrcritas outras mutações, em termos de cor, resultantes de seleção em avicultura.

Estes piriquitos exigem uma dieta variada, principalmente de sementes, fruta ou vegetais frescos. Não convem dar-lhes nada salgado, nem contendo cafeína ou chocolate. O abacate e algumas outras frutas dessa família são venenos para os papagaios em geral.

No seu ambiente natural, os inseparáveis fazem normalmente o ninho num buraco de uma árvore, que forram com folhas e outros elementos vegetais. A postura consiste em quatro ou cinco ovos brancos, que a fêmea incuba por cerca de 20 dias, sendo alimentada pelo macho.

Fonte Texto e Imagem
http://acordasaves.blogspot.com/

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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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