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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Ararinha-Azul


Ararinha-azul



Reino: Animalia


Filo: Chordata


Classe: Aves


Ordem: Psittaciformes


Família: Psittacidae


Gênero: Cyanopsitta


Espécie: Cyanopsitta spixii



A ararinha Cyanopsitta spixii, ou ararinha azul, era uma ave endêmica da caatinga, ocorrendo do extremo norte da Bahia ao sul do Rio São Francisco, na região de Juazeiro. Com coloração de tonalidade azul, e presença de uma faixa cinza que se estende da região superior de seu negro e curto bico até os olhos - destacando a cor amarela da íris, se tornou alvo frequente do tráfico internacional de animais, em razão de sua exuberância. Este fator, aliado também à invasão de seus ninhos por abelhas africanas, matando fêmeas e filhotes; e, principalmente, à perda de hábitats, permitiu que esta espécie fosse considerada como extinta da natureza, desde 2002, quando o último exemplar em liberdade desapareceu sem deixar rastros.

Esse indivíduo em questão, um macho de aproximadamente vinte anos de idade, era vigiado por cientistas e voluntários na cidade de Curaçá - BA. Durante oito anos, teve uma fêmea de maracanã como parceira sem, no entanto, dar origem a ovos viáveis. Mais tarde, tentativas de aproximação entre ele e uma fêmea de cativeiro de sua espécie foram em vão, já que são monogâmicos, e este já considerava a outra como sua parceira.

Assim, a arara spixii só pode ser vista em cativeiros, sendo sua reprodução nestes locais um evento bastante raro. Quando ocorre, fêmeas colocam aproximadamente três ovos para cada ninhada, depositando-os em ninhos de madeira, e não em ocos de árvores como a caribeira (Tabebuia caraiba), tal como seus exemplares em liberdade faziam. Não há dimorfismo sexual nítido, ou seja: fêmeas e machos são semelhantes.




Sementes de buriti, pinhão e frutos em geral faziam parte de sua dieta, que hoje também incluem ração comercial para psitacídeos e suplementação mineral e polivitamínica

Fonte da Pesquisas e Imagens
http://zoovirtualbr.blogspot.com/
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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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