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sábado, 18 de maio de 2013

jaó-do-sul







Pesquisadores que identificam aves remanescentes da Mata Atlântica fizeram recentemente um dos mais consistentes registros já realizados no País do pássaro jaó-do-sul, numa reserva particular próxima a Linhares, no Espírito Santo. A espécie, ameaçada de extinção, foi flagrada na mata fechada pelo projeto Distribuição de Aves no Corredor Central da Mata Atlântica.

No vídeo que está disponível na internet é possível observar o ruído emitido pela ave para atrair fêmeas e constituir um novo ninho. Responsável pelas imagens, o fotógrafo Gustavo Magnago diz que foi preciso abrir caminho por mais de 1 quilômetro para chegar perto do animal, que vive no chão de florestas densas de baixada.

"Para não fazer barulho, deixei na véspera o tripé e equipamentos próximos ao local onde era possível ouvi-lo", explica. "No dia do registro, chegamos às 5 horas, pois a manhã é o período de maior atividade da espécie."

A dificuldade para conseguir registrar imagens do pássaro, também conhecido como jaó-do-litoral, é que ele costuma ser muito mais ouvido do que visto, por ser uma espécie de solo. Para tornar mais complicado o trabalho, praticamente não emite sons durante o inverno. "É uma ave rara, arisca, que gosta de se esconder", afirma Magnago, que ficou 40 minutos próximo ao pássaro.

Ainda em número considerável no País - é tido como "quase ameaçado" na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) -, o jaó-do-sul é ameaçado pela perda de hábitat, por conta do avanço do desmatamento. Considerado extinto no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul, é classificado como "criticamente em perigo" no Espírito Santo, em São Paulo e em Minas Gerais.

Vinculado às Faculdades Integradas São Pedro (ES) e com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes), o estudo há dois anos observa as aves da área de proteção de 22 mil hectares da Reserva Natural Vale, que abriga a maior parte da porção capixaba de Mata Atlântica. "O próximo animal que vamos buscar registro é o Anambé-de-asa-branca, cujas imagens existentes têm pouca qualidade", diz Magnago. 
Fonte: Estadão Conteúdo

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Espécies em extinção













No Brasil algumas estimativas indicam que mais de 300 espécies estão ameaçadas de extinção.
O homem colabora com a extinção dos animais através da caça indiscriminada, da alteração do meio ambiente por desmatamentos e principalmente pelo tráfico de animais silvestres, que é responsável pelo desaparecimento de milhões de espécies da fauna brasileira.



A destruição do meio ambiente pelo homem é a causa mais provável da extinção da espécie. A poluição, a destruição da camada de ozônio e das florestas, entre outras atrocidades ambientais, estão esquentando a Terra. E isso pode provocar uma extinção em massa da biodiversidade. A baixa diversidade é um problema: quanto mais indivíduos diferentes há em uma mesma espécie, maiores as chances de ter organismos adaptados a mudanças nos lugares em que eles vivem. Com menos variedade, a coisa complica. Além da destruição ambiental, bombas atômicas, asteróides e vírus podem colocar a humanidade na reta. Há ainda um movimento que prega que todos parem de ter filhos para detonar nossa raça por vontade própria.

por Lorena de Oliveira


http://deterministaambiental.blogspot.com.br/2010/08/animais-em-extincao.html

sábado, 20 de abril de 2013

Peitica







A peitica-de-chapéu-preto (Griseotyrannus aurantioatrocristatus) é uma espécie de ave da família Tyrannidae. A espécie estava anteriormente classificada no género Empidonomus com a peitica, mas é agora considerada como espécie monotípica no género Griseotyrannus.
Pode ser encontrada nos seguintes países: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.
Os seus habitats naturais são: florestas secas tropicais ou subtropicais e florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude

Imagens web

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Waldrapp













Uma das espécies mais ameaçadas terra rara é sem dúvida o Waldrapp, também conhecido como o ibis norte careca, uma ave de migração habitando lugares áridos e rochosos. Diz-se que há apenas cerca de 500 em Marrocos e 10 na Síria, como nos anos passados, mas se espalhou por todo o Oriente Médio, África do Norte e até mesmo a Europa , aparentemente envenenamento excesso de caça perda de habitat e alimento pesticidas reduziu suas colônias até o fim ..



 Ao contrário de ibis, essas criaturas têm um preto brilhante com o bronze iridescente, verde e violeta. Seu rosto não tem penas e um vermelho carmesim, que se destaca um bico longo e curvo da mesma tonalidade. Também as pernas são avermelhadas. Os waldrapps fazer seus jovens em penhascos, geralmente 2 ou 3 ninhos de ovos e se alimentam de insetos, anfíbios, caramujos, escorpiões e pequenos animais Ao contrário de ibis, essas criaturas têm um preto brilhante com o bronze iridescente, verde e violeta. Seu rosto não tem penas e um vermelho carmesim, que se destaca um bico longo e curvo da mesma tonalidade. Também as pernas são avermelhadas. Os waldrapps fazer seus jovens em penhascos, geralmente 2 ou 3 ninhos de ovos e se alimentam de insetos, anfíbios, caramujos, escorpiões e pequenos animais .. o grandes pássaros,




 70-80 cm de comprimento e cerca de um quilograma
. Seu vôo está vibrando espécie forte e muito flexível. Enquanto no processo de elevação de lançamento poderosos sons guturais, mas seres de outro modo silencioso. Não há distinções entre os sexos, a menos que o macho é ligeiramente maior que a fêmea. Os grandes picos são elementos adaptativos permitir mais favorável para atrair as fêmeas ..


 http://www.taringa.net/posts/ciencia-educacion/14295239/Aves-raras-en-extincion-el-waldrapp.html

A Fauna e Suas Belezas !


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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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