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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Pardal-Alpino : Montifringilla nivalis





Habitat: Encostas rochosas nas montanhas. Residente nos Pirenéus, Alpes, montanhas da Itália e da Ex-Jugoslávia, em grande parte a grandes altitudes durante todo o ano.

Características: Tipo tentilhão/ Tipo pardal, cauda média e chanfrada e de bico curto e atarracado. Só pode confundir-se com a ferreirinha-alpina e com a escrevedeira das neves   Cor: coroa cinzenta; dorso malhado de castanho e preto, mancha branca notória nas asas com primárias pretas; garganta preta; peito e abdómen cinzento-claros; cauda castanha e branca; patas de comprimento médio. No Inverno, bico amarelo e não preto como no Verão, no Inverno não apresenta mento preto. Dimensões: Comprimento: 17-19cm

Comportamento: Voo ondulante ,pousa em campo aberto, saltita, levanta voo e pousa no solo. Alimenta-se de insectos, sementes. Faz o ninho em forma de taça na fenda duma rocha. Põe (Abril-Junho) 4-5 ovos brancos, com manchas castanhas. A incubação(13-14 dias) é feita pelos dois




progenitoreshttp://profs.ccems.pt/palma/Ecossistema/montanha/aves/Textos/tentilh.htm

Nome Vulgar: Quebra - ossos Nome Científico: Gypaetus barbatus



 Nome Vulgar: Quebra - ossos
     Nome Científico:  Gypaetus barbatus



Habitat: Montanha. Raro (100 casais) nos Pirenéus, Sardenha, Grécia e Creta

Características: Tipo ave de rapina. Bico enganchado; patas curtas; cauda comprida e cuneiforme em vez de quadrada; as asas são compridas e pontiagudas. Cor: coroa creme com preto do olho ao bigode; dorso preto; peito dourado; garganta dourada; abdómen dourado; bico castanho claro; patas castanho-claras; cauda preta.Dimensões: Comprimento: 110-115 cm

Comportamento: É solitário. Voo laborioso, eleva-se em alturas, plana. Alimenta-se de ossos que deixam cair para os partir e de carcaças. Faz o ninho em plataforma de ramos em cavernas de penhascos. Tem uma postura



(Janeiro-Junho), um a dois ovos
brancos, manchas castanhas. A fêmea incuba durante 53 dias.

http://profs.ccems.pt/palma/Ecossistema/montanha/aves/Textos/tentilh.htm


domingo, 27 de janeiro de 2013

Cacatua de Crista Amarela







Nome no BrasilCacatua de Crista Amarela
Nome em inglêsSulphur-crested Cockatoo
Nome científicoCacatua galerita
País de origemAustrália
Descrição

Sua plumagem é branca, destacando-se a crista de cor amarelada. As pernas, bico e olhos são pretos. Uma das características mais marcantes é sua exuberante crista que é erguida ou abaixada quando a ave está excitada ou alarmada. 
Comprimento: 35 cm 
Expectativa de vida: 70 anos
Características

Esta ave é inteligente e curiosa. Como todas as cacatuas é bastante barulhenta e grita enquanto voa. É um pássaro roedor de madeira e seu bico forte destrói pequenos troncos sem grandes problemas. Reservada, mas pode se acostumar com o dono se for tratada com paciência e carinho.
Cuidados básico

Alguns cuidados com as aves devem ser diários, como a troca da água e a limpeza do viveiro. Os comedouros devem ser limpos regularmente para evitar a formação de bolor, causada por restos de alimentos. Muitas aves adoram se banhar e essa prática faz bem à saúde do animal. Portanto, é recomendado deixar à disposição uma banheira com água sempre limpa, para que se refresque. Quando estiver calor, borrife água nas suas penas, pois na natureza esta ave vive em ambientes muito úmidos.
Alimentação

A ração para qualquer ave deve ser muito bem balanceada. Existe no mercado uma grande variedade de marcas e composições específicas para cada espécie. O armazenamento do alimento deve ser feito com cuidado mantendo as devidas condições de ventilação e higiene. Para esta espécie, é recomendado adicionar frutas e sementes à dieta.
Espaço para criação

Instalações adequadas são ideais para o bom desenvolvimento da espécie. Uma gaiola grande sem vigamento de madeira, para que não destrua o poleiro.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Aves do Pantanal







O que mais irradia exuberância são as aves em geral, encontradas por toda parte sempre em bandos numerosos, nas baías e corixos, nos ninhais ou em grandes armações de vôo.

     As aves são os animais que apresentam temperatura corporal mais elevada, mantida pela rápida circulação de seu sangue e por sua cobertura de penas que funciona como revestimento isolante, que é uma substância de que é composta a ceratina. O mesmo material córneo que forma as escamas dos répteis e as nossas unhas.

           As características que distinguem as aves dos outros animais estão quase sempre ligadas as penas. Na realidade, o simples fato de possuir uma pena é suficiente para definir uma criatura como ave.

 



      Todas as aves nascem de ovos, ricos em material nutritivo e envoltos em casca calcária resistente, são incubados em ninhos especialmente construídos, na época da reprodução. A incubação dos ovos - cujo número varia segundo as espécies - pode estar a cargo do casal, da fêmea ou do macho. Os filhotes podem nascer prontos para se locomoverem e se alimentarem sozinhos (nidífugos) ou os filhotes que nascem precisando permanecer no ninho por bastante tempo, sendo alimentados e cuidados pelos pais (nidícolas).



        O olfato pouco desenvolvido parece cumprir uma função secundária em quase todas as aves. A audição, ao contrário, é muito sensível e a visão é notavelmente eficaz, em geral com a percepção das cores (especialmente nas aves diurnas), grande campo visual e às vezes visão binocular.

        Seus hábitos alimentares e distribuição territorial são muito diversificados e intimamente ligados às modificações ocasionadas pelo regime das águas.









       De uma maneira geral, as aves da região não oferecem perigo e costumam a fugir com a excessiva proximidade dos observadores. Algumas se tornam agressivas quando estão procriando, como as gaivotas que podem atacar bicando quem se aproximar de seus ninhos feitos no chão, em bancos de areia, ou os quero-quero que avançam com as asas abertas, providas de esporões, contra quem representar ameaça à sua prole.



        No mundo existem cerca de 8.700 espécie de aves pertencentes a 25 ordens, e segundo alguns autores, este número pode ser maior. A maior concentração se dá na América do Sul, com aproximadamente 2.930 espécies. O Brasil conta com 23 ordens, representadas por 86 famílias e umas 1.590 espécies.

        Existem uma média de 650 espécies de aves na região do Pantanal.






        As aves especialmente as aquáticas, são as mais adaptadas às condições ambientais da região do Pantanal. Devido a sua grande facilidade de deslocamento podem aproveitar ao máximo os ciclos de "enchentes" e "vazantes". As variações climáticas e hidrológicas do Pantanal determinam o comportamento alimentar e reprodutivo, não apenas das aves, como de toda a fauna. Os fatores que condicionam o período da reprodução são principalmente a disponibilidade de recursos alimentares e de sítios de nidificação.



Fonte Texto e Imagens:http://www.pantanalms.tur.br/aves.htm





A Fauna e Suas Belezas !


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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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