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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Tuim

Um pássaro que adora um banho de chuva
O Tuim é um periquito natural da América Latina, com seis espécies brasileiras. É bonito, manso e pode ser criado em pequenos ambientes. É um exemplo de convivência harmoniosa. São pássaros dóceis, limpos e de um bonito colorido.

O casal desta espécie tem um hábito que demonstra extremo carinho: o de ficar roçando um as penas do outro. Ele emite um chiado agradável, com um som semelhante a "tuim, tuim".

Mas o que eles mais gostam e se divertem bastante é o banho de chuva. Eles demonstram alegria, cantando e arrepiando as penas. Mas banhos desse tipo, ou com esguicho, muito demorados são desaconselháveis pelo perigo dos passarinhos contraírem pneumonia ou resfriado.

Na natureza, gosta de viver em bandos que variam de quatro a vinte indivíduos. Procuram alimento tanto nas copas das árvores mais altas, como em certos arbustos frutíferos. Gostam mais das sementes do que da polpa das frutas. São atraídos por árvores frutíferas como mangueiras, jaboticabeira, goiabeiras, laranjeiras e mamoeiros. Os cocos de muitas palmeiras constituem sua alimentação predileta.

Em cativeiro, a alimentação dos Tuins não difere muito daquela da natureza. Comem sementes (alpiste, painço, girassol), além de verduras, pão, biscoitos.

O Tuim apresenta coloração predominante verde, dorso azul (machos) e penas azuis embaixo das asas. É um pássaro que vive, em média, 12 anos.

Também chamado popularmente de cuiúba, periquitinho, papacu ou simplesmente tuí, o Tuim é o menor da família dos Psitacídeos (a qual pertencem os papagaios), medindo aproximadamente 12 cm e pesando apenas 26 g.

A gaiola adequada para a criação de tuins em cativeiro deve medir 40x40x40 cm, e ser feita de metal, pois em gaiolas de madeira o tuim poderá roer as grades e fugir.

A época ideal para o acasalamento e reprodução ocorre nos meses de clima quente. A postura varia de três a seis ovos, e a eclosão acontece em cerca de 20 dias. Trinta dias depois os filhotes já sairão do ninho com plumas e voando.

Os tuins já sofreram várias mutações de cor, resultando em exemplares totalmente azuis, lutinos (amarelos), canela (amarelo-acanelado), arlequim (mescla de verde e amarelo) e tons de pastel (diluição das outras cores).

Na natureza vive a beira da mata. Ocorre no nordeste, leste e sul do Brasil até o Paraguai e Bolívia, também no alto Amazonas até o Peru e a Colômbia.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Rabo de Vinagre



Rabo de Vinagre
Nome Científico: Estrilda caerulescens
Categoria: Passeriformes





Distribuição

Noroeste africano

Dimensões:
Aproximadamente 11 centímetros

Distinção entre os sexos:
Os dois sexos são muito semelhantes entre si. Os machos podem ser reconhecidos, durante a época de gestação, pelo seu canto.

Características sociais:
Os rabos de vinagre são habitantes tolerantes e pacíficos num viveiro misto. Não devem surgir problemas, quer com rabos de vinagre, quer com outras aves.

Alojamento adequado:
Estas aves podem ser criadas num viveiro ao ar livre, bem como recinto fechado. O alojamento temporário numa gaiola de criação também não deve constituir qualquer problema. Apreciam a vegetação.

Temperatura ambiente:
Em condições normais de inverno, é suficiente que as aves possam recolher-se um abrigo noturno com um bom isolamento. Em climas rigorosos, ou se as aves dão indícios de terem frio inflando as pernas, é aconselhável aquecer o abrigo.

Alimentação:
Mistura de sementes para aves tropicais, com um suplemento de milho painço italiano e sementes de ervas. Também apreciam alimentos à base de ovos, pasta de insetos, alimento universal e alguns alimentos vivos, tais como bicho da farinha picado.
Um dos pratos favoritos é a verdura, por exemplo, pequenos pedaços de ervas frescas. Devem sempre dispor de quantidades suficientes de arenito, para que possam satisfazer as suas necessidades digestivas.

Atividade:
Os rabos de vinagre são aves ativas e com uma grande mobilidade. Se usufruírem de um tratamento descontraído, rapidamente aprendem a confiar no tratador.

Criação:
Os rabos de vinagre fazem criação tanto num viveiro ao ar livre como numa ampla gaiola (16832de criação). Podem recorrer a caixas de ninhos, mas preferem construir um ninho estável no meio de arbustos densos. O ninho esférico é construído com talos compridos de ervas e um pormenor de realce é o fato de o orifício de entrada estar virado para baixo.
Em média, estas aves põem entre três e cinco ovos, chocados alternadamente por ambos os pais. As crias saem dos ovos ao fim de 12 a 14 dias, aproximadamente.
Inicialmente, os pais alimentam as crias com dieta que consiste essencialmente em pequenos seres vivos, tais como bicho da farinha picado, moscas verdes, mosquitos da fruta e pequenas aranhas. As crias adquirem a plumagem um pouco depois das duas semanas de vida.
Antes de se tornarem totalmente independentes, o que acontece quando atingem aproximadamente as cinco semanas, passam a noite no ninho dos pais. Quando tem aproximadamente quatro meses, terão a mesma coloração que os pais.
Se o espaço permite, as crias podem permanecer com os pais, que freqüentemente, estão já ocupados com a ninhada seguinte. Os rabos de vinagre de testa branca que estejam em perfeitas condições físicas e sejam alimentados com uma dieta variada podem criar diversas ninhadas em cada época.

Informações complementares:
Também existe uma variedade de bico-de-lacre cinzento. É um parente próximo do rabo de vinagre de testa branca e necessita do mesmo tipo de cuidados
Fonte:
http://www.feierabendaves.com.br/aves

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Perdiz

Perdiz: ave de carne muito apreciada, encontrada no Brasil e em vários outros países.
Nome comum a diferentes aves de várias partes do mundo.
 A Perdizbrasileira vive nos cerrados e caatingas das regiões ao sul do rio Amazonas. Tem cor avermelhada com tons amarelos, penas dorsais com listras pretas e garganta esbranquiçada.
No entanto, ela não é considerada uma verdadeira Perdiz.
Um grupo de aves do hemisfério Norte é considerado pelos cientistas como o de perdizes verdadeiras.
A ave típica desse grupo é a chamada Perdiz-húngara.
As maiores perdizes-húngaras alcançam cerca de 30 cm de comprimento.
 A parte superior do corpo é cinza, com manchas castanhas e negras.
 A Perdizalimenta-se de grãos, sementes, brotos macios e insetos.
 Nidifica no chão.
 A fêmea põe de oito a 20 ovos.

Fonte: www.klickeducacao.com.br

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Belas Imagens











O jardineiro Paul McGreevy, de 55 anos, estava em Gretna Green, na Escócia, quando capturou imagens inusitadas de um grupo de aves.
 Enquanto voavam, os passarinhos formaram no céu a figura de um golfinho sendo abocanhado por uma baleia.

Fonte web

A Fauna e Suas Belezas !


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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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