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domingo, 15 de maio de 2011

Tietinga





Ordem: PASSERIFORME
Subordem: OSCINE
Subfamilia: Thraupiinae
Gênero: Cissopis
Espécie: Cissopis leveriana
Nome comum: Tietinga, pipira, probexim, sanhaço tiga, pintassilgo de mato virgem, sabiá tinga

Passaro de penas exuberantes pretas e brancas, com olhos preto e amarelo. Adoram frutinhas de “falsa-erva-de-rato” (Hamelia patens), e do fruto do caruru (Phytolacca decandra). No inverno reúnem-se em grupos de traupídeos. Quando o caçador capturar um, logo será agredido por outros tietinga, enquanto o azarado aprisionado grita. Quando voam suas penas produzem um som, que acusam a sua presença mesmo quando não visto. Percorrem as copas e ramagens aos longos pulos. Movimenta a longa cauda para cima e para baixo. Ocorre das Guianas e da Venezuela até a Bolívia, Pará Maranhão, de Pernambuco até Minas Gerais, Goiás Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná Santa Catarina. Rio Grande do Sul.


Fonte
http://www.criarparaconservar.com.br/aves/tietinga.php

sexta-feira, 13 de maio de 2011

As Aves


O Brasil é o terceiro país do mundo em variedade de aves. Há décadas várias espécies de aves vem sofrendo grandes impactos, ou seja pelo intenso tráfico de animais silvestres ou pelo intenso desmatamento de grandes florestas. A perda do hábitat é um dos grandes fatores pelas inúmeras espécies estarem desaparecendo.
Cada vez mais tem aumentado o número de aves nas cidades. Os programas de arborização urbana e pessoas tem plantado mais árvores em suas casas e ruas, isto é um grande atrativo para inúmeras espécies de aves que vem atrás de alimento, como frutas e sementes.

As Unidades de Conservação foram criadas para a conservação e preservação de ecossistemas, sendo que muitos deles abrigam inúmeras espécies, principalmente aves, sendo a maioria ameaçadas de extinção, como o papagaio de cara-roxa, o japim, a gralha-azul, o maçarico-rasteiro, o tucano-de-bico-verde, o flamingo, o macuco, a ararinha-azul, a maria-faceiraentre outras.



Como conservar e proteger as aves:

•Recusando-se a comprar e a comercializar animais silvestres
•Não mantendo animais em cativeiro
•Não matando e nem sacrificando-os
•Denunciando aqueles que assim o fazem ou persuadindo a que mudem de comportamento
•Não jogando detritos nos cursos d'água, rios, igarapés e nem desmatando as suas margens
•Evitando adquirir produtos poluentes, cujo refugo não seja biodegradável e preservando áreas verdes.
•Aprendendo e difundindo conhecimento entre os colegas, associando-se a uma associação ou entidade ambientalista
•Plante árvores e arbustos frutíferos
•Plante e mantenha em seu quintal ou sítio, plantas, arbustos e fruteiras que as aves possam utilizar para comida e abrigo (quanto maior a variedade de fruteiras, maiores serão as possibilidades de atrair uma variedade de pássaros visitantes)
•Algumas espécies de árvores frutíferas atraem muitos pássaros, como o mamoeiro, a goiabeira, a ingazeira, a acerola, o jambeiro, a mangueira entre outras. Não colete todas as frutas, deixe algumas para as aves e insetos. Muitos pássaros incluem em sua dieta alimentar estes insetos que são atraídos pelas frutas maduras.
Redação Ambientebrasil

fonte: www.ambientes.ambientebrasil.com.br


http://animalfriend1.blogspot.com/2009/10/dia-da-ave.html

terça-feira, 10 de maio de 2011

Aves Europeias

A perdiz-cinzenta está perigosamente perto da extinção
A perdiz-cinzenta está perigosamente perto da extinção
Mike Wilkes/Nature Picture Library






Um estudo recente realizado pelo Conselho Europeu para o Controlo de Aves (CECA) e que teve como objecto de estudo 124 pássaros comuns na Europa, concluiu que em 20 países do velho continente e durante 25 anos cerca de 56 espécies entraram num declínio tão acelerado que poderão mesmo atingir a extinção.

Algumas das aves numa situação mais delicada são a perdiz cinzenta, a rola-brava, ou a cotovia-de-poupa, que num quarto de século perderam entre 62 e 95 por cento das suas populações.

Um representante da CECA sublinhou que a redução dramática nas populações destas aves é de tal forma grave que "alguns destes pássaros campestres só não são consideradas espécies em risco de extinção global, porque nos sensos são incluídas as congéneres asiáticas".

Caçadores com falta de vista

O Fundo de Conservação para a Vida Selvagem levou a cabo outro estudo, dando a conhecer que uma das razões para o extermínio a que a perdiz-cinzenta está a ser alvo, encontra-se amplamente relacionado com a caça e com a confusão feita por muitos caçadores em relação à perdiz-comum.

Para além da falta de vista e discernimento de alguns caçadores, outras das razões para este flagelo já apelidado de "extinção continental" é a cada vez maior quantidade de terreno cultivado, que retira alimento às aves campestres e as obriga a procurar comida noutras paragens. Para algumas destes pássaros, abandonar o seu ambiente natural é quase uma sentença de morte. Está é aliás, uma das razões mais importantes para o declínio de 33 das espécies estudadas, entre elas o pica-pau galego.

Nem tudo é mau

Contudo, existem também boas notícias. Das 124 espécies observadas e estudadas, 29 apresentam sinais de crescimento, o que está a deixar os cientistas optimistas. O corvo, a águia-de-asa-redonda e o bico-grossudo são algumas das aves que revelaram melhores resultados.

Um dos responsáveis pelo estudo da CECA, Richard Gregory, sublinhou que este aumento já era esperado, pois "algumas espécies como a rola-turca não permanecem sempre nos mesmos habitats e aprenderam a tirar vantagem das novas oportunidades".

Por outro lado a recuperação das populações da águia-de-asa-redonda e do corvo são surpreendentes e "encorajadoras", uma vez que foram perseguidos quase até à extinção "durante décadas", lembrou o investigador.

O britânico reforça que a situação está a melhorar e "embora a cenário seja ainda muito difuso, existem sinais de recuperação", lembrando que "neste momento temos o conhecimento suficiente para ajudar muitas destas aves."

Dez espécies que apresentaram o maior declínio :

Cotovia-de-poupa (95%)
Pica-pau-galego (81%)
Perdiz-cinzenta (79%)
Torcicolo (74%)
Chasco-cinzento (70%)
Rouxinol (63%)
Rola-brava (62%)
Chapim-sibilino (58%)
Abibe (51%)
Milheirinha (41%)

Dez espécies que apresentaram o maior crescimento

Bico-grossudo (658%)
Papa-moscas-de-colar (182%)
Corvo (118%)
Toutinegra-de-barrete-preto (82%)
Águia-de-asa-redonda (80%)
Pica-pau-preto (77%)
Pombo-torcaz (71%)
Rola-turca (59%)
Felosinha-ibérica (56%)
Peto-real (43%)

http://aeiou.expresso.pt


sábado, 30 de abril de 2011

Aconteceu Novamente,Um "Arlequim"Poupa Branco






ACONTECEU NOVAMENTE, UM "ARLEQUIM" POUPA BRANCO!
É normal, nos arlequins, nascerem aves alaranjadas ou amareladas, mesmo sendo filhos de pais variegados, agora o que me parece ser mais raro é o nascimento de aves completamente brancas; pelo menos em todos os blogues e páginas sobre a criação de canários arlequim não vi um único que referisse o nascimento de "arlequins" brancos o que já não acontece relativamente aos alaranjados ou amarelados! Suponho que nascerão também noutros canaris de criadores de arlequins...
Em 2010 aconteceu que de um casal completamente variegado nasceu um filhote com a cor branco dominante, que na altura aqui referi, o qual se veio a revelar uma fêmea; fiquei bastante contente pois iria dar uma ave, para mim, bastante boa para trabalhar o branco no arlequim, apesar de que como tem a cor dominante poderia eventualmente dar-me aves com a cor amarela. Até este momento essa fêmea não colocou um único ovo pelo que, em principio, irei tentar novamente no próximo ano.
O que é curioso é que este ano, de uma postura de quatro ovos, do casal que se vê na última foto, a única ave que nasceu foi... um "arlequim" poupa completamente branco, sendo que o branco deste canário é recessivo.

O filhote em cima do ninho, ladeado pelo pai, à esquerda, e a mãe, à direita.



Se nascesse um canário branco com variegado nada diria neste espaço, até porque seria uma situação totalmente esperada uma vez que ambos os progenitores, sendo variegados, têm bastante branco, mas... um filhote completamente branco! inclusivê na poupa!
Há um adágio popular que refere que "não há uma, sem duas, nem duas sem três"; vamos ver se se confirma o adágio e no próximo ano ou, quem sabe, ainda este ano referirei situação análoga.
By: Armindo Tavares


Com sua licença Sr Armindo mas não poderia deixar de divulgar este posts.
Parabens

http://canariosarlequimportugues.blogspot.com

A Fauna e Suas Belezas !


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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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