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domingo, 21 de novembro de 2010

Grow Coroado

Grow Coroado

Grow Coroado


Origem.

África do sul.

Migração.

Eles migram no inverno, vivem em bandos grandes, sua capacidade de vôo é considerável, tendo relatos de chegarem até 4Km de altura.


Acasalamento.

As cerimônias de dança consiste em caminhar ao redor um ao outro com passos rápidos alternadamente, eles saltando alto no ar. Estas artimanhas freqüentemente são entremeadas com movimentos de alongamento das asas. Os pássaros apanham gravetos ou pedaços de grama nos bicos, lança-os no ar, e apunhala-os com os bicos dando a seus pares. Ambos os sexos fazem estas artimanhas, e os pássaros imaturos dançam freqüentemente como ativamente fazem os adultos. O dançar às vezes uma parte integrante de namoro, os pássaros se viciam nisto ao longo do ano e alguns acreditam que é mais uma expressão de exuberância e vivacidade que uma exibição sexual, muitos fazem seu galanteios para os seres humanos, o que é maravilhoso.

DIETA.

Comem todos os tipos de grãos, frutas pequenas e raízes, em cativeiro o ideal é fornecer uma ração de boa qualidade na forma peletizada. Eles também comem insetos e larvas de inseto, vermes, caracóis, anfíbios e répteis, pássaros e mamíferos pequenos, mas pouco peixe.

REPRODUÇÃO e CRESCIMENTO:

Constroem ninhos bastante vultosos de vegetação em áreas pantanosas, freqüentemente cercado pela água. A postura normal é de 2 ovos. Os ovos são um branco azulado e manchado. Sua incubação é 28 a 35 dias. Ambos os pais compartilham os deveres da construção do ninho da incubação e da criação dos filhotes. O jovem é coberto com penas vermelho amarronzado para cinzento e pode correr ativamente assim que eles nascem. A 10 semanas de idade eles podem voar.São pássaros tradicionalmente duradouros e entre os japoneses eles são símbolos de longevidade.

sábado, 20 de novembro de 2010

Lenda do Biguá



LENDA DO BIGUÁ

Entre os índios guaranis é conhecida uma lenda sobre o Biguá. Conta-se que era um índio muito forte e jovem que vivia feliz com sua bela esposa chamada Yerutí, em sua choça, nas proximidades de um grande rio.
Entretanto, a beleza da jovem despertou a cobiça de Capiberá, outro guerreiro índio, possuidor de uma índole muito má.
Aproveitando-se da ausência de Biguá, que havia saído para pescar, raptou Yerutí e levou-a para bem longe, amarrada em uma canoa.
Ao retornar, não encontrando sua amada esposa, foi avisado que seu desaparecimento era obra de Capiberá. Desesperado, parte em busca de seu inimigo. Perseguido por Biguá, Capiberá foi alcançado e morto. Entretanto, sua frustração foi intensa, quando sua companheira não foi encontrada.
Partiu imediatamente, buscando-a por todos os lugares que conhecia. Gritou em altos brados o nome de Yerutí, às margens do rio, no interior da selva, mas somente o eco devolvia seu angustioso chamado.
Vencido pelo cansaço e pela falta de esperança de encontrar sua esposa com vida, jogou-se nas águas profundas do rio, porque suspeitava que justamente ali teria perecido a bela Yerutí. Buscou-a mergulhando profundamente no rio, na selva, mas só o eco devolvia o seu angustioso chamado. Vencido pelo cansaço, começava acreditar que havia perecido sua amada Yerutí.
Depois de algum tempo, seus irmãos da tribo avistaram uma ave negra que voava insistentemente sobre a choça que haviam morado o feliz casal, para em seguida embrenhar-se na selva e se jogar nas águas do inquieto rio.
Ao consultarem o feiticeiro, esse garantiu que o tal pássaro era Mbiguá que transformado em ave seguia buscando sua doce companheira.
Esta é uma linda lenda que nos fala sobre o amor das aves. Os pássaros, sem dúvida, amam como nós e talvez com mais ternura e devotamento.
Em algumas espécies, os casais nunca se separam, pois grande é a intimidade que os une. Todos que conhecem o comportamento das aves na natureza, sabem que não estou poetizando.
Se um se separa do outro distraidamente e desse torna-se oculto, o que dá falta do companheiro trata de perguntar por onde ela anda. Logo se comunicam e, embora não se vejam, cada qual fica tranqüilo, mas nunca antes de repetir a "pergunta" e receber, infalivelmente a "resposta".
Caso algum desalmado caçador venha abater um dos cônjuges, podemos observar uma cena pungente. O viúvo lança seu apelo lamentoso, chama inquieto o seu par, corre por todos os cantos, não tem mais sossego nem cuidado com sua pessoa, não mais se esconde, como que suplicando ao caçador que o mate também, pois sua vida não tem mais sentido.


Rosane Volpatto
Fonte: www.rosanevolpatto.trd.br
Fonte de minha pesquisa
http://otempovida.blogspot.com/

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

João-de-barro

FURNARIUS RUFUS



É uma ave Passeriforme da família Furnariidae. É conhecido por seu característico ninho de barro em forma de forno(característica compartilhada com muitas espécies dessa família). É a ave símbolo da Argentina, onde é chamado de hornero ("Ave de la Patria" - desde 1928).

Reprodução:

Constrói seu ninho de barro em forma de forno, misturando palha e esterco seco com barro úmido. Instala seu ninho desde sobre árvores até postes de eletricidade. Ele pode ser ocupado por outros pássaros - como o Canário-da-terra-brasileiro- ou até mamíferos e insetos. Não utiliza o mesmo ninho por duas estações seguidas, parecendo realizar um rodízio entre dois a três ninhos, reparando ninhos velhos semi-destruídos. Quando não há mais espaço para a construção de novos ninhos, o pássaro o constrói em cima ou ao lado do velho.

Ninho em Bertioga.

Em locais urbanizados, quando faltam suportes adequados, o joão-de-barro faz seu ninho até no peitoril de janelas. Neste caso ele escolhe o encontro entre a janela e a parede, assim como ele escolhe encontro de galhos quando faz ninho em árvores. As janelas devem estar em locais altos e de difícil acesso. Em locais descampados, com pouca ou nenhuma árvore alta, e como medida de proteção à espécie, recomenda-se erguer postes altos dotados de travessas horizontais. Estes serão usados para sua nidificação.


Fonte: Enciclopédia Livre

Fonte do minha pesquisa

http://alessandra-amato.blogspot.com/


Bem-te-vi

Bem-te-vi - Pitango solforato - Bienteveo Común - Tyran quiquivi - Schwefeltyrann


O bem-te-vi ou grande-kiskadi é uma ave passeriforme da família dos tiranídeos de nome científico Pitangus sulphuratus, que provêm de pitanga guassu, ou seja, pitanga grande, forma pela qual os índios brasileiros tupi-guarani o chamavam; e do latim sulphuratus, pela cor amarela como enxofre no ventre da ave. A espécie é ainda conhecida pelos índios como pituã, pitaguá ou puintaguá. Outras acepções existentes são triste-vida, bentevi, bem-te-vi-verdadeiro,bem-te-vi-de-coria, tiuí, teuí, tic-tiui e siririca (somente para fêmeas). A versão portuguesa da palavra se assemelha com a anglófona: great kiskadee. Na Argentina é conhecido como bichofeo,vinteveo e benteveo; na Bolívia como frío; e de qu'est -ce na Guiana Francesa.

Os únicos representantes do género Pitangus eram o bem-te-vi e a espécie Pitangus lictor , porém atualmente só uma espécie enquadra-se neste género, o próprio bem-te-vi. A espécie Pitangus lictoragora é sinonímia da atual Philohydor lictor, o bem-te-vizinho .

A escrita bentevi não é reconhecida pelo Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.

Medindo cerca de 23,5 cm, caracteriza-se principalmente pela coloração amarela viva no ventre e uma listra branca no alto da cabeça, além do canto que nomeia o animal. Considerado um dos pássaros mais populares do Brasil, é um dos primeiros a vocalizarem ao amanhecer.

Onde é encontrado:

É uma ave típica da América Latina, com uma distribuição geográfica que se estende predominantemente do sul do México à Argentina, em uma área estimada em 16.000.000 km². Entretanto, pode também ser encontrada no sul do Texas e na ilha deTrinidad. Foi introduzida nas Bermudas em 1957, importadas de Trinidad, e na década de 1970 em Tobago. Nas Bermudas, são a terceira espécie de ave mais comum, podendo atingir densidades populacionais de 8 a 10 pares por hectare .

É um habitante bem conhecido em todas as regiões brasileiras, podendo ser encontrado em cidades, matas e ambientes aquáticos como lagoas e rios. Pode-se vê-lo facilmente cantando em fios de telefone, em telhados ou banhando-se nos tanques ou chafarizes das praças públicas. Como podemos ver, possui grande capacidade de adaptação.

É uma das aves mais populares no Brasil. Anda geralmente sozinho, mas pode ser visto em grupos de três ou quatro que se reúnem habitualmente em antenas de televisão.



Fonte e maiores informações:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bem-te-vi



Fonte da minha pesquisa


http://alessandra-amato.blogspot.com



A Fauna e Suas Belezas !


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Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapãoEles não têm pouso nem portoalimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.E olhas, então, essas tuas mãos vazias,no maravilhado espanto de saberes que o alimentodeles já estava em ti... (Mario Quintana) .

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"A renovação (águia de Fogo) Fenix ...devemos aprender com a águia, a ave que voa mais perto do Céu, que vê longe e também tem mais tempo de vida. Ela pode viver até 70 anos! Mas, para chegar a essa idade, ao chegar aos 40 anos, ela precisa tomar uma decisão muito difícil. Devido às suas unhas estarem muito encurvadas, já não consegue mais agarrar suas presas para se alimentar. E seu bico, longo e pontiagudo, fica curvado, voltando-se contra seu peito. As suas penas crescem e se avolumam demais, de forma que suas asas tornam-se pesadas e, assim, fica difícil para ela voar. Para continuar a viver, ela tem de enfrentar um doloroso processo de renovação, o qual dura 150 dias. Ela se dirige a algum lugar próximo a uma parede – onde não necessite voar. Então, começa a bater o bico contra a pedra, até arrancá-lo. Depois, espera até que lhe cresça um bico novo, para que possa desprender suas unhas, uma por uma. Em seguida, espera que estas cresçam, para que possa arrancar as penas. A águia tem de decidir arrancá-los para que estes sejam renovados. Assim, com o bico, as unhas e asas novas, ela pode voar e sobreviver novamente.”
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